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Trio paranaense viverá suas eleições presidenciais no fim de 2011

Faltam meses para os pleitos, mas as políticas de Atlético-PR, Coritiba e Paraná já estão efervescentes

Altair Santos, iG Curitiba |

Atlético Paranaense, Coritiba e Paraná Clube viverão em 2011 um período de sucessão presidencial. As eleições vão ocorrer entre novembro e dezembro do próximo ano, mas desde já a política está efervescente nos três clubes.

No Atlético, o presidente Marcos Malucelli assegura que não concorrerá a um novo mandato de três anos. “Não sou cartola profissional. Terminou meu mandato, vou seguir minha vida de advogado e o clube segue seu curso normal, com um novo presidente”, diz.

O dirigente, no entanto, tentará fazer seu sucessor para impedir o retorno do opositor Mário Celso Petraglia ao clube. Dois nomes são cotados: o do atual vice-presidente do conselho administrativo, Enio Fornea Júnior, e de Yara Eisenbach, segunda vice-presidente do conselho administrativo. Quem vencer, comandará o clube até o final de 2014.

Já no Coritiba, a disputa não deve ser tão concorrida quanto no rival Atlético. Já há quase um consenso de que o sucessor do presidente Jair Cirino será o atual vice-presidente Vilson Ribeiro de Andrade. Atualmente, na prática, Vilson está à frente de todas as ações administrativas do clube, liderando o G9 – grupo gestor que dá a palavra final no Coritiba.

Caso oficialize a candidatura, Vilson Ribeiro de Andrade terá grandes chances de ser aclamado. Porém, ele diz ser muito cedo para tocar no assunto eleições. “Temos muitas coisas para cuidar no Coritiba antes de antecipar o processo de sucessão. Hoje, digo, não sou candidato”, afirma.

Se amanhã ou depois candidatar-se e eleger-se, Vilson Ribeiro de Andrade será presidente do clube provavelmente até o final de 2015. O Coritiba está reformando seu estatuto e prevê ampliar o mandato de dois para quatro anos a partir da próxima eleição.

No Paraná Clube, o mandato segue com dois anos de duração. O presidente Aquilino Romani entrará, em tese, em seu último ano de gestão. Porém, se a equipe conseguir o retorno à série A do Campeonato Brasileiro ao final de 2011, ele terá argumentos fortes para tentar a reeleição. No entanto, por causa das várias alas que existem hoje no conselho deliberativo do clube, uma certeza há no processo sucessório do Paraná: haverá bate-chapa.

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