Renato Gaúcho precisou intervir para Borges cobrar e marcar contra Veranópolis

Ao mesmo tempo em que foi comemorado, o pênalti sofrido por Pessalli gerou um conflito de interesse nos jogadores do Grêmio . Borges correu à linha de fundo e pegou a bola para cobrar. Carlos Alberto foi até o centroavante e, após uma rápida conversa, se posicionou para bater. Gabriel apareceu como terceiro candidato. Foi preciso a intervenção de Renato Gaúcho para o centroavante bater e fazer o segundo gol na vitória sobre o Veranópolis, domingo, no Olímpico .

É verdade que antes mesmo da cobrança os três jogadores se entenderam. Borges explicou o que aconteceu:

“Os que mais treinam são Douglas, Gabriel e eu. Pedi ao Gabriel para bater. E o treinador deixou bem claro a sua posição”.

Renato não viu polêmica no lance. Disse que impediu Carlos Alberto de bater, afinal, o meia recém tinha entrado na partida.

“Gabriel me perguntou. Disse que ele ou o Borges poderiam bater. Carlos Alberto tinha a vontade de ganhar e fazer o gol, mas me veio a imagem do Zico perdendo o pênalti na Copa (de 1986, no México). Ele entrou e frio perdeu o pênalti. Por isso disse não”, explicou.

A cada final de treino, diariamente, Renato faz os jogadores cobrarem pênaltis. Douglas, Gabriel, Borges, Adilson, Fábio Rochemback e Rodolfo treinam sistematicamente. Carlos Alberto participa algumas vezes. A ideia de ter vários cobradores é para surpreender o goleiro adversário.

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