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Trauma de emboscada faz segurança se precaver depois de eliminação palmeirense

Jogadores são hostilizados na saída do Pacaembu, principalmente Lincoln, chamado de ¿cachaceiro¿. Volta para o CT teve escolta e caminho alternativo

Marcel Rizzo, iG São Paulo |

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O trauma de eliminações recentes fez a segurança do Palmeiras e a Polícia Militar se preocuparem com a saída, o trajeto e chagada do ônibus palmeirense à Academia de Futebol, na Zona Oeste da capital, depois da derrota de 2 a 1 para o Palmeiras. Poucos torcedores esperavam os atletas na saída do vestiário, mas faziam barulho. Hostilizaram principalmente Lincoln, pouparam Deola e pediram para perder do Fluminense domingo, o que prejudica o rival Corinthians.

O temor da PM era uma emboscada, algo que ocorreu em novembro do ano passado, quando a delegação se dirigia de Itu, cidade do interior a 100 km da capital onde o time se concentrou antes de enfrentar o Atlético-MG, no Palestra Itália. O Palmeiras ainda brigava pelo título, mas estava em queda de produção e tinha perdido a liderança. Pedras atiradas por algumas pessoas  atingiram ao ônibus. Não houve feridos.

Marcel Rizzo
Segurança aguarda embarque do elenco palmeirense após derrota para o Goiás

A reportagem do iG presenciou conversa entre segurança do Palmeiras e um policial. Ambos não se identificaram. A escolta seria feita até o ponto final do ônibus, a princípio na Academia de futebol. Havia a possibilidade, porém, de os atletas ficarem no hotel no qual o time se concentra e irem embora de táxi. O carro de quase todos está no CT e eles pegariam somente nesta quinta-feira, apesar de o treinamento ter sido cancelado.  O trajeto que seria feito não revelado, mas seria alternativo, segundo o PM relatou ao segurança.

Alguns jogadores preferiram sair de táxi para casas direto do Pacaembu. Casos de Deola e Danilo. O primeiro foi aplaudido por cerca de 15 torcedores que aguardavam na porta do vestiário. Deu autógrafos e tirou fotografias. Danilo foi hostilizado. Um torcedor que se identificou como associado, de nome Vitor, pediu para o jogador entregar o jogo contra o Fluminense.

Um pouco antes, quando Lincoln entrava no ônibus, foi o mais xingado. Chachaceiro, baladeiro, vou para a balada hoje te pegar foram algumas das frases proferidas pelos torcedores, todos aparentemente sem ligação com organizadas, mas sim com diretores.

Felipão entrou no ônibus por volta das 00h40, abatido. Sentou na primeira fileira, ao lado de Flávio Murtosa. Nos quase vinte minutos que esperaram o último jogador que dava entrevista entrar no ônibus, o atacante Kleber, não conversaram. Felipão olhava para frente, atônito. Murtosa tentou cochilar.

Kleber entrou no ônibus, a porta fechou e os torcedores aplaudiram ironicamente.  Xingaram novamente, na linha não tem homem para vestir a camisa do Palmeiras. Atrapalharam a manobra do veículo, que conseguiu sair. Com duas motos à frente, um carro do choque atrás e a van com dirigentes no meio, foi embora. Só não se sabe para onde.

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