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Futebol
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Torcidas de Vasco e Coritiba vivem clima amistoso antes da final

Em um Shopping do Centro, polícia convida vascaínos a se retirar após mau comportamento com mulheres locais

Hilton Mattos, enviado iG a Curitiba |

Curitiba respira desde cedo a final da Copa do Brasil . Pela manhã, torcedores do Vasco de todo canto do Brasil desembarcaram na capital paranaense na esperança de festejar o título inédito. Os 35 mil ingressos para a partida com o Coritiba, às 21h50, foram vendidos antecipadamente. Deste número, 10% foram destinados à torcida visitante.

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E pela quantidade de vascaínos pelas ruas da cidade, o time de Ricardo Gomes terá o apoio esperado de 3,5 mil pessoas. Ficar soltar o grito de campeão, o Vasco precisa apenas do empate, já que venceu no Rio por 1 a 0 , gol de Alecsandro . Mesmo placar do primeiro jogo leva a decisão para os pênaltis. Vitória do Coritiba por dois gols de diferença deixará a taça no Alto da Glória.

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Sem tumulto entre as duas torcidas, o movimento durante o dia foi amistoso. Um ou outro grito de "vice de novo" era o máximo de provocação dos torcedores locais. Não houve, por ora, registro de briga. Somente no fim da tarde, no entanto, um grupo de vascaínos foi convidado a se retirar do Shopping Estação, no Centro. Segundo depoimentos, eles estariam "mexendo" com as mulheres. A Polícia Militar foi chamada para colocar ordem.

Entre os coritibanos ilustres, o meia Alex, hoje no Fenerbahçe, e Lela, ídolo do clube nos anos 80 e pai de Alecsandro, do Vasco, estão sendo aguardados no estádio. Durante o dia, o hotel onde o Vasco está hospedado recebeu reforço de segurança. Poucos jogadores desceram para o saguão. Apenas o presidente Roberto Dinamite, o vive José Hamilton Mandarino e o diretor-executivo Rodrigo Caetano deram o ar da graça. O paulista Carlos Albuquerque, de 39, anos, pediu folga no trabalho - uma firma de segurança - para apoiar o Vasco.

"É um título inédito. Mesmo morando em São Paulo, torço para o Vasco. Quero estar presente nessa vitória sobre o Coritiba para levar a faixa de campeão para o meu filho", contou Carlos, pai do pequeno Luan, de 4 anos.
 

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