iG registrou a festa e o vandalismo da torcida paraguaia no estádio Olla Azulgrana, em Assunção

A "guerra do Paraguai" começou em festa no estádio Olla Azulgrana, em Assunção. Minutos antes de o árbitro iniciar a partida entre Cerro Porteño e Santos , os torcedores paraguaios impressionaram com foguetórios e sinalizadores, além de cânticos de incentivo ao "Ciclón" (ciclone), como é conhecido o time paraguaio por seus torcedores.

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Quando o juiz apitou o início do jogo, a torcida paraguaia ainda estava cantando e soltando fogos. No entanto, o gol de Zé Eduardo marcado aos dois minutos abafou a festa dos ciclones. Porém, a situação piorou mesmo quando terminou o primeiro tempo.

A vitória parcial do Santos por 3 a 1, que obrigava o Cerro Porteño a marcar mais quatro gols para chegar a final da Copa Libertadores da América, deixou os torcedores paraguaios revoltados. O “desabafo” foi atacar a torcida santista que estava em uma arquibancada, que tinha capacidade para apenas mil torcedores.

Os santistas que estavam cercados por paraguaios foram atacados com objetos, pedras e rojões. Segundo alguns torcedores que estavam no local, a torcida do Cerro quebrava parte do concreto da arquibancada para arremessar pedras.

null“O que aconteceu foi coisa de uma torcida sem educação, na verdade, foi um monte de pessoas recalcadas, que descarregaram suas frustrações em cima dos outros. Isso não pode ficar assim, um estádio cheio de ferros, pedras. Não pode isso”, disse o presidente do Santos, Luís Álvaro, que prometeu pedir providências à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) após a "guerra do Paraguai".

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