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Futebol
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Torcedores escoceses serão maioria em amistoso contra o Brasil

Organização da partida em Londres estima entre 20 mil e 30 mil fãs da Escócia. Até camisa de Robinho está à venda

Marcel Rizzo, enviado iG a Londres |

Apesar de a seleção brasileira ter adotado o Emirates Stadium, em Londres, como casa (será o sexto jogo desde 2006) neste domingo, 10h (de Brasília), o Brasil se sentirá em Glasgow: os escoceses dominam as proximidades do campo do Arsenal, a maioria vestindo o tradicional kilt, o saiote que veste os homens escoceses em situações especiais. E para eles um jogo contra o Brasil é uma situação especial.

“Escócia, sempre. Não vivemos boa fase, mas acompanhamos sempre, quando podemos. Placar para hoje não sei. Quem sabe não ganhamos”, disse Derick Drowson, que estava acompanhado do sobrinho. A previsão dos organizadores do torneio é que entre 20 mil e 30 mil escoceses viajariam para ver o duelo, apesar do time estar mal nas eliminatórias para a Euro 2012: é o terceiro do Grupo I, o mesmo da Espanha, com quatro pontos.

Marcel Rizzo
Escoceses empolgados com a partida contra a seleção brasileira, apesar da má fase
Na Holloway Road, estação mais próxima do estádio, os escoceses já descem dos trens com cervejas nas mãos. Alguns bares na rua que dá acesso à entrada principal já estavam lotados. A maioria, os escoceses ignoravam o final da amanhã e já compravam cervejas, fossem de garrafas ou os “pints” ingleses.

Para quem tinha fome, hamburgueses, salsicha, cebola frita. Em uma lojinha extra-oficial, os vendedores tinham cachecóis, camisas piratas, copos, canecas, mas estavam desatualizados: a principal camisa da seleção brasileira à venda era a 11 de Robinho, que não foi convocado para a partida. “Ele não vem. Vou trocar”, disse o vendedor, que colocou uma com o nome de Kaká, outro que não está em Londres.

Marcel Rizzo
Camisa de Robinho à venda em loja não oficial perto do estádio
Simpáticos, os escoceses se transformaram em atração também para os brasileiros que resolveram ver a partida. Mesmo o preço alto, que variava de R$ 90 a R$ 150, não afastou pessoas que moram em Londres para trabalhar. “É tão difícil ver jogos por aqui, quando o Brasil joga eu sempre venho”, disse Cléber Degeris, vestindo a camisa do Grêmio.

Até o final da manhã (em Londres) deste domingo, 45 mil ingressos foram vendidos. No Emirates cabem pouco mais de 60 mil pessoas.
 

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