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Titular com todos os técnicos, Werley faz desabafo no Atlético-MG

Jogador se sente perseguido por críticas, mas diz que dá resposta com boas atuações e nos treinamentos

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

O zagueiro  começa 2011 como o seu terceiro ano como titular do Atlético-MG. Mesmo com mais de 100 jogos pelo clube alvinegro, o jogador ainda não conquistou os torcedores. Um dos mais criticados pelos atleticanos nas redes sociais e em programas esportivos, Werley se mantém firme na equipe.

Lançado por Emerson Leão, ele ficou na equipe mesmo com a troca de treinadores. Desde a saída de Leão, passaram Celson Roth, Vanderlei Luxemburgo e agora Dorival Júnior. Não importa qual técnico esteja no comando, Werley fica no time principal.

Para 2011 a situação prometia ser diferente, com a chegada de Leonardo Silva. Tudo indicava que o novo contratado formaria a dupla de zaga com o capitão Réver. Por enquanto eles não tiveram a oportunidade de jogar juntos. Assim, Werley continua no time titular e desabafa.

“Quando ganha ninguém fala e quando perde a culpa é só minha, mas já estou acostumado. Por eu ser da base também. Eu tenho que fazer o meu trabalho, procurar agradar a torcida, o treinador, o presidente, ajudar meus companheiros. No dia a dia tenho que fazer meu trabalho com a bola parada, aérea, perna esquerda e direita”.

Considerado um dos jogadores do Atlético-MG com maior vigor físico, Werley quase não sei do time por conta de contusão. Desde que chegou ao time principal, ele esteve contundido apenas uma vez, no Brasileiro do ano passado. O baixo número de cartões também é motivo da permanência do jogador no time.

Em 2009, por exemplo, ele conseguiu ficar um turno sem receber o amarelo. Mas até quando é elogiado, Werley mostra uma ponta de chateação com o que escuta dos torcedores.

“Procuro sempre jogar na bola. Tem um amigo que trabalhei na base, o Paulão, ele sempre falou para visar a bola, porque você não tomando cartão vai jogar muitas partidas. Aprendi assim e espero que possa levar para toda minha carreira. Já ouvi falar que zagueiro que não leva cartão não é zagueiro, mas é porque é o Werley. Se fosse outro, seria diferente”.

Com Dorival Júnior a história não tem sido diferente. Desde que o treinador assumiu o Atlético-MG, em setembro do ano passado, foram 21 partidas e Werley jogou em 18. O zagueiro só não atuou mais na Era Dorival do que o goleiro Renan Ribeiro, que esteve em todos os jogos. E domingo Werley joga mais, resta saber agora quem vai ser o seu companheiro de defesa.

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