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Tite conserta defesa do Corinthians após saída de Adilson Batista

Sucessor do atual técnico santista no Parque São Jorge diminuiu média de gols sofridos pela metade

Bruno Winckler e Samir Carvalho, iG Esporte |

Futura Press
Tite diminuiu média de gols sofridos do Corinthians
O Corinthians que enfrenta o Santos, domingo, no Pacaembu tem uma característica bem diferente a do time que foi treinado por Adilson Batista em 17 jogos do Brasileirão de 2010. Com Tite, nos últimos 18 compromissos da equipe, a média de gols sofridos pelo time da capital caiu de forma expressiva em relação ao time que foi treinado pelo atual técnico santista.

Enquanto o ex-treinador corintiano comandava a equipe, o Corinthians sofreu 24 gols, uma média de 1,41 gols por jogo. Com Tite, desde que ele assumiu o time em outubro, o Corinthians sofreu apenas nove, ou 0,5 por partida.

“O importante na retomada de um padrão de jogo é ter consistência defensiva para poder atacar com precisão e eficiência”, disse Tite, após a vitória do Corinthians sobre o Mogi Mirim, mais uma partida em que a equipe não sofreu gols. O treinador, contudo, lamenta que tenha sofrido gols no jogo mais importante da sua passagem pelo Corinthians. "Poderia até ter tomado mais, mas que não tivesse sofrido lá na Colômbia", disse Tite, se referindo aos dois gols do Tolima que eliminaram  o Corinthians da Libertadores.

O Corinthians tem a segunda melhor defesa do Estadual com quatro gols sofridos perdendo apenas para o líder Palmeiras, que tomou apenas três. O Santos, de Adilson, em contrapartida, já levou nove gols, mantendo a média superior de um gol sofrido por partida que teve no Corinthians.

Gazeta Press
Adilson Batista vive sina de comandar times que sofrem muitos gols
Quando indagado sobre os muitos gols que o Santos sofre neste início de temporada, Adilson argumenta que isso se deve ao pouco tempo de preparação que as equipes têm para se preparar antes do começo das competições.

“Muitos olham o lado negativo. Tomou muitos, daqui a pouco falam da zaga, dos gols. Você não pode questionar somente os gols sofridos. Os jogadores não estão no seu melhor. Cheguei a jogar 95 jogos com o Grêmio na temporada, isso não existe. Muita coisa precisava melhorar, quem administra, quem faz a tabela”, disse Adilson Batista à TV COM, de Santos, há algumas semanas.

O Corinthians de Tite tem enfrentado adversários menos perigosos no Campeonato Paulista que aqueles que Adilson encarou na sua passagem durante o Campeonato Brasileiro. Mesmo assim, muitos dos gols sofridos pelo Corinthians de Adilson aconteceram em derrotas e empates em casa que marcaram negativamente a passagem do atual treinador santista pelo Corinthians. Foi o caso da derrota por 4 a 3 para o Atlético-GO e do empate por 2 a 2 com o Ceará dentro do Pacaembu. “Naquela época sofremos muito com contusões, com perda de confiança, não dá para falar só do Adilson”, disse o lateral-direito Alessandro, defendendo o ex-treinador.

Na sua primeira passagem pelo Corinthians, em 2004, Tite também se destacou pela diminuição dos gols sofridos pela equipe. Assumindo na oitava do Campeonato Brasileiro, o treinador chegou para comandar um time que sofrera 19 gols em sete jogos, média superior a 2,5 gols por jogo. Nos sete jogos seguintes que dirigiu a equipe, o time tomou nove gols, média de 1,2 gols por jogo.

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