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Tirone se preocupa com Arena, mas minimiza pressão do conselho

Presidente do Palmeiras afirma que analisa documentos de advogados e que dará última palavra

iG São Paulo |

O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, está preocupado com o futuro da Arena. Assim como o iG apurou na última segunda-feira, uma reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) definiu que o dirigente procurará um advogado para ter mais um parecer sobre o cumprimento de contrato pela WTorre, empresa responsável pela obra. A palavra final, no entanto, será dada pelo mandatário do clube.

Tirone admite que sofre pressão por parte de alguns conselheiros e que estuda a possibilidade de paralisar as obras, mas faz questão de dizer que a última palavra será a dele.

“A Arena é uma preocupação nossa, uma expectativa que a gente não saia perdendo. Hoje, a gente não tem mais o clube, nós temos um terreno em obras. Eu estou preocupado, mas, sinceramente, estou há 40 dias no cargo e não tenho informações o suficiente para saber o que tenho que fazer”, disse Tirone à Rádio Bandeirantes.

“Eu recebi um primeiro relatório de um advogado e estamos analisando. Vou esperar outro relatório, de outro advogado, para ver se tem pendências para analisar. No momento, a Arena está sendo construída e vamos aguardar. Pode ser que alguém queira parar, mas que vai decidir sou eu, o presidente sou eu, e eu sei o que tem que ser feito”, completou.

Enquanto isso, Walter Torre Jr., presidente da companhia responsável pelas obras, afirma que tudo está seguindo dentro do comum e que a obra deve ser entregue até 2013. Ele afirma que cerca de 350 funcionários trabalham diariamente na obra e tudo corre dentro do cronograma.

Sobre a tentativa de alguns conselheiros, como o ex-presidente Mustafá Contursi, em quebrar o contrato, Walter afirma que entende que isso faz parte da rotina política de um clube de futebol.

“Nosso negócio é a exploração comercial e a gente tenta não se envolver nisso. Compreendemos, mas não damos importância para esse tipo de coisa Nosso negócio é trabalhar e contratar. Assinamos esse contrato depois de uma longa e dura trajetória e vamos seguir de qualquer jeito. Essas opiniões políticas não afetam nosso relacionamento”, disse ele, que também explicou a polêmica sobre a apólice de seguros.

“Existe uma discussão sobre o seguro, que é uma questão contratual sem importância. É de praxe no mercado que apenas um percentual da obra seja assegurado. Já temos um seguro feito com o Banco do Brasil e que também tem o Palmeiras como beneficiário”, finalizou.

Atualmente, o estádio do Palmeiras já está completamente em obras. Parte da arquibancada já foi demolida, a área social está quase que completamente interditada e o gramado já foi retirado.

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