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Tirone e Frizzo planejam falar com Pescarmona e ir a Piracicaba

Novos dirigentes do Palmeiras já querem ver time de perto na segunda rodada do Paulistão

Danilo Lavieri e Marcel Rizzo, iG São Paulo |

Arnaldo Tirone e Roberto Frizzo já pretendem assistir ao jogo do Palmeiras contra o Ituano nesta quinta-feira ao lado do time. Logo após serem escolhidos pelos conselheiros na eleição de quarta-feira, os dois confirmaram presença no estádio Barão de Serra Negra em Piracicaba para acompanhar a equipe na segunda rodada do Paulistão.

Antes disso, Roberto Frizzo, que é o novo diretor de futebol do clube, deve ter uma reunião com Wlademir Pescarmona. A intenção é que o ex-dirigente passe para o seu sucessor como estão as negociações e quais são os problemas que a equipe pode enfrentar daqui para frente.

“Água passada não move moinho. Vamos ter uma reunião com o atual diretor amanhã (quinta-feira) para ver o ponto de vista dele e a partir daí tomar conhecimento maior de contratos, comissão técnica e outras coisas do futebol. Vamos saber como está o andamento para traçar o caminho”, explicou Frizzo, que já aproveitou para fazer uma análise do seu time.

AE
Arnaldo Tirone (dir.) e Roberto Frizzo comemoram a vitória da oposição nas eleições do Palmeiras

“O elenco é bom, vieram reforços maravilhosos, mas nós temos que trabalhar. Temos atletas profissionais com virtudes, temos treinadores e comissão técnica de alta qualidade. Vamo trabalhar com recursos que temos. Não adianta trabalhar com coisas que não são factíveis”, completou.

Frizzo e seu grupo dão indícios de que há a possibilidade do bom e barato voltar. Eles não se cansam de repetir que é preciso um corte de gastos brutal para que as contas se reequilibrem no Palmeiras.

Questionado sobre a possibilidade de adotar a política de jogadores bons, mas baratos, que ficou famosa na época de Mustafá, Frizzo vira um homem de poucas palavras.

“Eu acredito que temos que buscar o que o clube pode pagar”, resumindo o que Tirone diz com um pouco mais de palavras.

“Isso é uma coisa que precisamos analisar para depois ter uma política. Precisamos colocar uma meta de trabalho e cumprir o orçamento, apesar do orçamento não existir. Vamos rever a política de salários”, diz o novo presidente.

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