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Tirone diz que é mais fácil ele mesmo sair do Palmeiras do que Frizzo

Pressionado para afastar o vice de futebol, presidente diz que fará "o que for bom" para o clube

iG São Paulo |

A pressão sobre o vice-presidente de futebol do Palmeiras , Roberto Frizzo, só aumenta nos bastidores do clube. Líder do departamento desde a eleição de Arnaldo Tirone, o dirigente é alvo de críticas de conselheiros, torcedores e principalmente do treinador Luiz Felipe Scolari , com quem tem péssima relação. Na defensiva, porém, Frizzo não cogita pedir afastamento - e é protegido por Tirone.

VEJA TAMBÉM: Conselho rejeita contas de 2011 da gestão Tirone no Palmeiras

"É mais fácil eu sair do que ele", afirmou o presidente palmeirense, no intervalo do empate entre Palmeiras e Portuguesa , na noite da última quarta-feira, no Pacaembu. "O que for bom para o Palmeiras vai ser feito", acrescentou Tirone, que vem sofrendo muita pressão para afastar o vice-presidente de futebol.

Frizzo mantém discurso de que está fazendo um bom trabalho e que só deixará o clube se não se sentir mais útil na função de vice-presidente de futebol. "O cargo pertence ao presidente, é ele quem decide. Este sempre foi o meu discurso", afirmou. "Mas chega desse assunto", pediu o dirigente, visivelmente incomodado.

E AINDA: Palmeiras tem reunião na quinta-feira para acertar com lateral

Roberto Frizzo é vice-presidente eleito do Palmeiras e, portanto, poderia no máximo ser afastado decisões do futebol. Por seu mandato estar em vigor, ele deixaria apenas seu cargo na administração do clube. Nesta semana, o nome que ganhou força para assumir o departamento de futebol é o de outro vice eleito, Edvaldo Frasson, mas o dirigente coloca dúvidas quanto a assumir o posto. Nesta quarta, Frasson conversou com Frizzo antes de a bola rolar contra a Portuguesa.

Além do desgaste com Felipão, Frizzo também vem sofrendo com a pressão dos torcedores, que organizaram um abaixo-assinado virtual pedindo o afastamento do dirigente. Durante a partida contra a Lusa, ele ouviu de tudo nas cadeiras do Pacaembu: xingamentos, protestos e piadas. Ao final do duelo, passou "voando" pela zona mista. Alegando compromissos, não quis mais falar com a imprensa.

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