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Tirone censura administração emocional de Belluzzo

Para candidato, equipe do Palestra Itália deve lembrar de suas responsabilidades antes de pensar em voos mais altos

Gazeta Esportiva |

Candidato à presidência do Palmeiras pela oposição, Arnaldo Tirone pretende adotar um novo modelo de gestão no Palestra Itália. A ideia do empresário é fugir à forma de trabalho da atual diretoria, que, em sua visão, errou ao usar o coração nas decisões. "Nesses últimos dois anos, o clube foi administrado com emoção, sem razão", definiu Tirone, em entrevista à "Rádio Globo".

No fim de 2010, o Palmeiras esbarra em sérios problemas financeiros. Virou rotina no clube a reclamação de atletas em função de atrasos em direitos de imagens, luvas e outros compromissos assumidos pela diretoria.

Para Tirone, a equipe do Palestra Itália deve lembrar de suas responsabilidades antes de pensar em voos mais altos. "Quando você gasta mais do que tem no caixa, gera uma dívida. Há um gasto exagerado. Não digo nas despesas, mas sim os gastos extras. O Palmeiras teve investimentos altos e retornos pequenos", lastimou.

No quadro atual, a oposição surge como a favorita a vencer as eleições palmeirenses. No grupo da situação, ainda há um racha entre os diferentes interesses. Nesta terça-feira, Paulo Nobre ratificou sua candidatura. Agora, fica a expectativa sobre o futuro de Salvador Hugo Palaia, outro pretendente ao cargo de dois anos.

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