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Tímido com jornalistas, Patrik revela 'lado moleque' no Palmeiras

Em boa fase, meia demonstra um alto astral e uma personalidade abusada com seus companheiros de time

Gazeta |

Um jovem humilde criado na zona leste de São Paulo, o meio-campista Patrik, do Palmeiras, precisa de alguns minutos para se sentir confortável no contato com os jornalistas. No início, responde às perguntas de forma curta e de cabeça baixa. Mas, depois de alguns minutos, ele começa a se soltar para demonstrar um alto astral e até uma personalidade abusada com os companheiros mais velhos e famosos.

"Aqui, eu atento", avisa o camisa 40, destaque nas últimas duas rodadas do Campeonato Paulista ao marcar gols contra Oeste de Itápolis e Paulista de Jundiaí.

A língua afiada de Patrik não respeita nem mesmo o goleiro Marcos, campeão mundial com a seleção brasileira em 2002. "O legal é que eu posso correr dele. O Marcos é manco, não consegue ir atrás de mim", diz o atleta, sem esconder a gargalhada.

Com o atacante Kleber, Patrik brinca, mas respeita o apelido de Gladiador do companheiro. "Com ele não dá para brigar, o bicho é forte demais. Quando fiz o gol contra o Oeste, tomei um tapão dele e ficou doendo um bom tempo. Eu devo brigar com alguém mais fraco, talvez o Pardalzinho (Max Santos)", comenta.

Dentro de campo, Patrik prefere uma postura séria e carrega alguns ídolos. Quando defendeu o São Caetano, integrou o grupo profissional e pôde conhecer o meia Douglas, que mais tarde fez sucesso no maior rival do Palmeiras, o Corinthians.

No Palestra Itália, Patrik não tem dúvidas ao falar quem é o seu maior espelho. "Valdívia", cita o atleta, que começa a ganhar a atenção dos exigentes torcedores do Verdão e sonha até com uma vaga entre os titulares no clássico deste domingo contra a Portuguesa, no Canindé.

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