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Teixeira explica o processo do reconhecimento

Presidente da CBF negou que esteja fazendo qualquer tipo de favor a qualquer dos clubes favorecidos

Gazeta |

O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, discursou durante o evento de oficialização do reconhecimento do títulos nacionais de 1959 a 1970 e explicou como foi feito o processo para que fosse possível a unificação dos títulos.

"Há algum tempo, fui procurado oficialmente com a solicitação dos títulos brasileiros de 59 a 70, com uma pesquisa muito vasta. Colocamos o (departamento) jurídico para analisar e aprovar ou não os documentos", relatou Teixeira.

"Além disto, foi importante o depoimento do (ex-presidente da CBD, João) Havelange, que afirmou que aqueles campeonatos foram criados com o objetivo de apontar um campeão nacional. Por isso, a CBF está fazendo uma justiça histórica (com o reconhecimento", afirmou.

O presidente negou que esteja fazendo qualquer tipo de favor a qualquer clube, mas, sim, reconhecendo os jogadores que jogavam naquela época. "Não se trata de favor, só estamos passando a limpo o passado de Pelé, Tostão, Carlos Alberto, Djalma Santos, Ademir da Guia...".

Apesar disto, Teixeira negou que tenha recebido pedidos dos ex-jogadores para fazer o reconhecimento. "Nenhum deles me pediu o reconhecimento. Eles se consagraram dentro de campo. O reconhecimento tinha que vir por nossa parte", analisou.

Por fim, o presidente mandou um recado aos 'novos' campeões nacionais. "Tenho orgulho de parabenizar Bahia, Botafogo, Fluminense, Cruzeiro, Santos e Palmeiras, por seus títulos", finalizou.

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