Tamanho do texto

Seleção não quer correr risco de ter que arcar com alto custo caso atleta da Udinese se lesione em algum treino antes da Copa América

A seleção do Chile não irá dificultar a liberação do atacante Alexis Sánchez caso o jogador da Udinese tenha que viajar para assinar contrato com outra equipe, provavelmente com o Barcelona. Segundo o técnico Claudio Borghi, a equipe nacional não poderia correr o risco de arcar com um custo alto caso o jogador se lesionasse atuando pelo país.

"O tema é muito complicado. Se ocorrer a venda e não deixarmos ele viajar, teríamos que pagar 45 milhões de dólares caso acontecesse algo ao jogador. Então, assim que for confirmada a negociação, ele terá a autorização para viajar", afirmou Borghi no último domingo, antes do amistoso contra a Estônia, no qual Sánchez marcou um gol na goleada por 4 a 0.

A liberação do jogador, no entanto, poderá não ocorrer caso a transferência demore a se concretizar. Isso porque o Chile irá participar da Copa América a partir do próximo dia 1º de julho, e não quer perder um dos seus principais jogadores na competição.

"Se (a transferência) ocorrer no meio da Copa América, é claro que não o liberaremos, mas temos tempo e não queremos ter de desembolsar uma grande quantidade de dinheiro, então o ideal seria que Sánchez viajasse quando acertasse a negociação", explicou o treinador.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.