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Rivalidade à parte, Atlético-MG se inspira no sucesso do Cruzeiro

Manutenção de uma base é a grande meta alvinegra, que buscou a dupla que remontou o Cruzeiro em 2007

Victor Martins, iG Belo Horizonte* |

O inglês Wayne Rooney foi suspenso por duas partidas, pois proferiu palavrões na comemoração de seu terceiro gol na virada do Manchester United sobre o West Ham, pelo Campeonato Inglês. Fora do clássico deste sábado contra o Manchester City, pela semifinal da Copa da Inglaterra, o atacante lembra o golaço que marcou sobre o rival em fevereiro. Na ocasião, em Old Trafford, Nani cruzou da direita e Rooney completou de bicicleta, marcando o gol da vitória por 2 a 1.

"Eu só me lembro do cruzamento tomando um desvio e a bola chegando perto para eu acertá-la. Você sempre está trabalhando a sua técnica, mas gols como esse são apenas instintivos. Quando eu estava no ar, (Dimitar) Berbatov gritou como se dissesse: 'o que está fazendo?!'. Então eu virei e a bola estava no topo. É incrível a quantidade de pessoas que vieram pedir para que assinasse fotos dos gols desde então", contou.

Sem Rooney, as esperanças do United recaem em Ryan Giggs. Aos 37 anos, o veterano decidiu o confronto de quartas de final da Liga dos Campeões da Europa contra o Chelsea com três assistências.

"Não vai demorar para o chamarmos de Sir Ryan", brincou Rooney, em referência ao título que o cidadão britânico conquista ao ser eleito cavaleiro da Rainha. "Para mim, ele é um gênio. O que ele fez no United, o que faz para os jovens jogadores é absolutamente fantástico. Não sei o que ele está comendo ou bebendo, mas vou pedir um pouco para mim", acrescentou. Giggs estreou pelo Manchester United em março de 1991.

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