Renovação de contrato do zagueiro gerou problema porque o presidente Evandro Leitão estava suspenso

O Ceará terá de provar ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) que não cometeu nenhuma irregularidade ao escalar o zagueiro Fabrício no duelo contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro. Se a diretoria do time não for convicente, o clube será julgado e pode perder seis pontos na competição nacional.

O contrato do atleta foi renovado no dia 1º de junho e o acordo foi assinado pelo presidente Evandro Leitão. Este vínculo foi registrado na CBF no dia 3. O problema é que no dia 2 o Tribunal de Justiça Desportiva de Futebol do Ceará suspendeu Leitão por causa de ofensas a integrantes da Federação Cearense no primeiro turno do campeonato estadual.

Há quem interprete que o acordo só tenha ganho validade depois de ser publicado na CBF, ou seja, dia 3. Dessa forma, a assinatura de Evandro Leitão não teria validade e o contrato seria irregular.

De acordo com o site 'Justiça Desportiva', o STJD quer analisar documentos do TJD/CE sobre a punição do mandatário alvinegro e a cópia do contrato de Fabrício. Quando o assunto veio à tona, no último dia 17 deste mês, Leitão dizia que tinha como comprovar a legitimidade do acordo.

"Não tem irregularidade nenhuma. Nós assinamos o contrato com o Fabrício no dia 1º e este acordo foi protocolado pela Federação Cearense antes da minha suspensão, temos um documento provando isso. Estamos absolutamente tranquilos, sem medo", disse.

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