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Siemsen nega problemas com Muricy e desmente saída do técnico

Em entrevista à Radio Globo, presidente do Fluminense não descarta saída de Alcides, vice de futebol

iG Rio de Janeiro |

Depois de muitos rumores e especulações durante todo o dia sobre uma suposta saída de Muricy Ramalho do Fluminense após o clássico contra o Flamengo, o presidente do clube, Peter Siemsen, finalmente resolveu se pronunciar. Irritado, o mandatário tricolor desmentiu a notícia de que o treinador estaria a caminho do Santos e afirmou, em entrevista à "Radio Globo", que o considera o melhor técnico do Brasil.

“Estou um pouco chateado com essa falta de controle de informação dentro do clube e essas especulações sem fim, porque nada disso é verdade. Sou um grande fã do espírito do Muricy. Não há nenhuma conversa com Muricy sobre uma saída para o Santos, nem para lugar nenhum. Na nossa opinião ele é o melhor técnico do Brasil, e não adianta ficar especulando nada. Se ele, por acaso, algum dia se sentir insatisfeito por algum motivo, creio que ele vá conversar com a gente”, afirmou Peter Siemsen.

Porém, o discurso do mandatário tricolor foi um pouco diferente em relação a permanência de Alcides Antunes como vice-presidente de futebol. Peter disse que o clube precisa de um gerente remunerado para administrar o futebol do Flu, o que afetaria as funções do dirigente.

“O Muricy é técnico fantástico, e estou trabalhando para colocar a estrutura funcionando. Mas com relação a um dirigente do clube em um cargo não remunerado, a decisão cabe ao clube. Mas, se o Muricy, na falta de uma pessoa neste cargo, disser que não tem mais condição de trabalho, será uma posição dele, mas isso nunca foi dito a mim. Tenho uma boa relação com Celso (Barros, presidente da patrocinadora do clube), e ele próprio já disse que um coordenador técnico ou gerente executivo é um cargo que Fluminense precisa para profissionalizar o futebol do clube. Hoje temos um vice-presidente não remunerado, e temos a certeza de que o ideal é um gerente executivo”, disse o presidente, que negou qualquer anúncio para segunda-feira.

“Ainda não. O mercado não está assim tão cheio de pessoas habilitadas e à disposição para assumir o cargo. É um trabalho muito duro e é preciso alguém com capacidade, concluiu Peter Siemsen.
 

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