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Sem cota, Grêmio quer clássico no Olímpico

Federação Gaúcha de Futebol só pagará R$ 600 mil caso dupla Gre-Nal atue com os titulares

Hector Werlang, iG Porto Alegre |

Desde 2009, o Gre-Nal do primeiro turno do Gauchão é em campo neutro. Foi a maneira encontrada de levar o maior clássico do Rio Grande do Sul para o Interior. Porém, nesta temporada, a Federação Gaúcha de Futebol inovou: marcou o jogo para o dia 30 de janeiro em Rivera, no Uruguai, satisfazendo a comunidade da região da fronteira com o Brasil, na cidade de Santana do Livramento.

O problema é que a partida está agendada entre os dois jogos do Grêmio contra o Liverpool, do Uruguai, pela pré-Libertadores (dias 26 de janeiro e 2 de fevereiro). Sem adiamento, conforme anúncio feito pela FGF nesta quinta-feira, a equipe gremista deve ser mista. O Inter, que se apresenta no dia 20 de janeiro, também pode poupar titulares. Caso isto aconteça, os clubes não receberiam a cota de R$ 600 mil.

É aí que há problema. Sem o pagamento, o Grêmio deseja disputar o jogo no Olímpico, afinal, tem o mando do clássico pelo rodízio iniciado há dois anos.

"Se não houver a cota, não tem sentido nenhum jogar em Rivera", admitiu o diretor de futebol Antônio Vicente Martins.

A situação deve ser definida nos próximos dias. Presidente da entidade, Fracisco Novelletto Neto está em licença até dia 17 de janeiro e a decisão deve ficar a cargo do interino Luciano Hocsman.

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Desde 2009, o clássico Gre-Nal do primeiro turno do Campeonato Gaúcho é realizado em campo neutro

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