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Após vice do Baiano, Antônio Lopes não é mais técnico do Vitória

Clube perdeu o campeonato estadual em pleno Barradão para o modesto Bahia de Feira de Santana

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

O Vasco se habituou a jogar a segunda partida em casa na edição atual da Copa do Brasil. Desta vez, porém, a história será diferente. O time recebe o Avaí, nesta quarta-feira, em São Januário, e decidirá a vaga na final do torneio no campo do adversário. O assunto divide opinião no elenco. Uns defendem a facilidade de garantir um bom resultado fora para dar tranquilidade no Rio, enquanto outros preferem a adrenalina de desbancar o oponente diante da sua torcida.

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"Eu já classifiquei fora e dentro também. Eu, particularmente, gosto de jogar a segunda fora. No maior título da minha carreira, que foi a Libertadores, desbancamos equipes fortes fora de casa. Eu gosto de levar a vantagem para decidir no campo do inimigo", destacou o atacante Alecsandro, campeão do torneio sul-americano com o Internacional no ano passado.

Diferentemente do companheiro de ataque, Eder Luis gosta de decidir em São Januário. Se o time fizer gols fora, na partida de volta o grupo ganha tranquilidade para administrar o resultado e, consequentemente, a classificação. Assim pensa o camisa 7.

"Acho que o Alecsandro tem a opinião dele, mas eu prefiro jogar sempre fora a primeira. Você faz um resultado bom fora e depois tem equilíbrio para jogar a segunda diante da sua torcida".

Dos quatro finalistas (os outros são Coritiba e Ceará), o Vasco é o clube de maior expressão. Na teoria, levaria vantagem na corrida pelo título inédito. Aliás, todos finalistas desta edição nunca conquistaram a taça. Mas, na prática, a história do torneio prova que nem sempre o time mais forte é o campeão.

"A Copa do Brasil prova que existe muita surpresa. O Santo André eliminou um forte clube há alguns anos aqui no Maracanã. Nem sempre a camisa vence. Mesmo com toda a história, a gente tem que tomar cuidado para não acharmos que o Vasco é o favorito. Vamos respeitar o Avaí", frisou Alecsandro, omitindo que a vítima do Santo André em 2004 foi o rival Flamengo. O atacante volta nesta quarta-feira após cumprir suspensão automática.

Eder Luis endossa as palavras do companheiro. Perguntado se sonhara com o gol da classificação ou o do título, o atacante rebate o clima de oba-oba. Diz que, primeiro, pensa em passar pelo Avaí e chegar à final. E mesmo que chegue, não se preocuparia em protagonizar o tão aguardado título. Seu pensamento é superar um obstáculo de cada vez. O primeiro é jogar bem e eliminar o time catarinense.

"Se a gente chegou até aqui, é porque não chegamos por caso. Então vamos provar nosso valor. Tivemos mérito para estar entre os quatro e não podemos deixar isso escapar agora. Deixa isso de sonho para depois. Sonho com a classificação".
 

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