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Se concorrer à reeleição, Belluzzo precisará aparar arestas com antigos eleitores para vencer

Conselheiros que votaram no atual presidente na última eleição podem mudar voto por causa de descontentamento com atual gestão

Danilo Lavieri, iG São Paulo |

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Para sair como o candidato à reeleição na presidência do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo precisará aparar arestas. A afirmação é de Wlademir Pescarmina, que faz parte do mesmo grupo político do economista. O diretor de futebol explica que o seu mandato não foi unanimidade entre os que votaram nele e que um trabalho precisará ser feito para que a vitória se repita.

Pescarmona considera a possibilidade de nem todos os conselheiros que votaram em Belluzzo na eleição passada vote novamente no pleito de janeiro de 2011.

"Precisaremos aparar algumas arestas, acertar algumas coisas. A eleição é sempre difícil. Mas se a gente rachar, aí com certeza a oposição volta. E aí aguenta", disse Pescarmona.

O problema é que Belluzzo nunca gostou da parte política de ser presidente. Ou seja, nunca gostou de ir bastante ao clube, conversar com conselheiros. E ele precisará fazer isso agora.

A palavra rachar, aliás, é uma das mais comentadas na política palmeirense. Atualmente, dois nomes querem sair como candidatos. Salvador Hugo Palaia, atual presidente interino, e Paulo Nobre. O primeiro diz não abrir mão da candidatura. O segundo surge como opção para os conselheiros que não votariam nem na oposição e não toleram Palaia.

Belluzzo surge como a terceira opção (entenda a briga na situação). Ele seria o responsável pelo acerto entre os lados. Caso não haja união, o atual presidente licenciado sairá como candidato e tentará convencer Palaia e Nobre de comporem a chapa e desistirem de concorrer. Homens ligados aos dois candidatos, no entanto, não garantem que eles aceitem o pacto. O atual presidente não é mais unanimidade.

"O Belluzzo teve seus problemas, como todo governante teria. Mas há muitas melhoras que devem ser consideradas, como o marketing. Tem muita gente que fala da negociação com Valdivia ter saído cara. Eu prefiro vários Valdivias do que ter esses caras que foram contratados aí. Que a gente não pode contar para jogar, para vender, para nada", completou Pescarmona.

O governo Belluzzo também sofreu intervenção de seu próprio vice-presidente. Ao assumir, Palaia tirou destituiu de forma não tão agradável Gilberto Cipullo e seus companheiros de diretoria de futebol. Eles formam o grupo que prefeririam votar na oposição a ter de contribuir com a eleição de Palaia, por exemplo.Não à toa, já firmaram pacto caso seus antigos rivais assumam o poder.

Enquanto isso, tentanto juntar votos para voltar ao poder, a oposição já se definiu com Arnaldo Tirone como candidato. O conselheiro foi o escolhido de Mustafá Contursi, Afonso Della Monica e Carlos Fachina Nunes. Os ex-presidentes foram os responsáveis pelo pacto que também colocou Roberto Frizzo como primeiro vice-presidente da chapa opositora.

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