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São Paulo ignora critério da Fifa e contabiliza 96 gols de Ceni

Segundo entidade, goleiro marcou 94 vezes. Clube conta tentos contra combinado de Santos e Flamengo e contra time russo

Gazeta |

O pênalti convertido por Rogério Ceni contra o Mogi Mirim, no domingo, reacendeu a polêmica sobre o número de tentos do goleiro do São Paulo. Segundo a Fifa (Federação Internacional de Futebol e Associados), o arqueiro chegou a 94 gols, enquanto o clube entende que restam apenas quatro para que ele alcance o centésimo.

Conforme era esperado, a diretoria soltou nesta quarta-feira um comunicado a respeito do assunto e ratificou a posição de ignorar o critério adotado pela entidade máxima do futebol, apoiando-se no arquivo histórico do clube, agora reorganizado por um historiador contratado.

Além dos gols, outra mudança se deu no número de jogos disputados pelo atleta. Ceni agora tem mais cinco partidas contabilizadas: três em que entrou em substituição no decorrer do confronto e duas que foram anulados pela Justiça Comum na disputa do Campeonato Brasileiro de 2005.

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Rogério Ceni cobra pênalti contra o Mogi Mirim: foi seu 94º gol para a Fifa, e 96º segundo o São Paulo

"O atleta Rogério Ceni conta com 96 gols anotados em 949 partidas profissionais reconhecidas pelo clube em um dos três níveis oficiais: jogos competitivos, restritivos ou amistosos, organizados ou autorizados pela Federação vigente e cumpridores das devidas normas e regulamentações estabelecidas pela Fifa, tais como: regras de jogo, tempo regulamentar, delegação de arbitragem, anotação em boletim oficial, atletas profissionais, entre outros", diz a nota.

A divergência entre as contagens está em gols marcados em partidas amistosas. Ao contrário da Fifa, o São Paulo conta o tento contra um combinado de Santos e Flamengo, em 1998, e diante do russo Uralan Elista, na final do Torneio Amistoso Constantino Cury, em 2000.

A carta, publicada no site oficial e destinada à coletividade são-paulina, explica que o assunto veio à tona para não desrespeitar a história do clube, dos demais artilheiros e do próprio jogador. "Não rasgaremos a história em troca da segurança do silêncio", acrescenta o comunicado, que convida os torcedores para uma contagem regressiva dos quatro gols até a marca.

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