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São Paulo bate o Rio no primeiro jogo da Copa Inovação

Novidades como o cartão azul e os tiros livres indiretos em caso de mais de dez faltas não foram muito usados. Desafios aos árbitros foram testados

Gazeta Esportiva |

Na primeira partida das cinco planejadas para a Copa Inovação, que traz a campo algumas regras de arbitragem diferentes, como o cartão azul, tempo técnico, substituições ilimitadas e, o principal, desafio à arbitragem nos lances polêmicos, São Paulo saiu vencedor do embate diante do Rio de Janeiro, fazendo 3 a 1, com gols de Elano, Baiano e Neymar para os paulistas, e Dedé para os fluminenses.

As novas técnicas, porém, pouco foram vistas durante o confronto interestadual. Também, não era de se esperar que numa exibição de final de temporada, com os jogadores mais bricando do que se esforçando, alguém conseguisse fazer uma falta dura e ser advertido com o novo cartão azul, que deixa o atleta fora de campo por dez minutos.

Ainda não era provável que uma equipe cometesse dez faltas e fosse punida com um tiro livre indireto, assim como não ocorre. Mas, as possíveis mudanças não foram um fracasso total. Principalmente, por causa do desafio nas jogadas que não parecem ter sido claras no primeiro instante.

A primeira ocorrência veio no gol do zagueiro vascaíno Dedé, que empatou o jogo, em que a equipe da casa reclamou impedimento. Na repetição, porém, ficou clara a posição legal do defensor, e os sete avaliadores (capitães de ambos times, quarteto de arbitragem e um juiz designado para assistir ao jogo pelo televisor) mantiveram a decisão inicial.

No segundo tempo, foi a vez de Zico, técnico do Rio, pedir a revisão do lance em que Neymar sofreu falta na entrada da área. Novamente, a marcação do campo foi mantida, e, na cobrança da infração, saiu o belo gol de Baiano.

Depois, quando o plcar já marcava 3 a 1, veio a última e mais curiosa intervenção. Somália cabeceou e reclamou que a bola havia entrado. Mas, já que haviam desafiado o lance da falta sobre Neymar na segunda etapa, os cariocas não tinham mais direito a um desafio.

Foi aí que, após apelos dos atletas rivais, Vágner Mancini utilizou-se de seu próprio direito e deu a possibilidade de repetição aos adversários.

Contudo, a marcação foi apenas de escanteio. A partir dali, até o apito final de Salvio Spínola, as substituições ilimitadas tomaram destaque, com Dentinho e Bruno César retornando ao campo após serem trocados e dando ares de futsal ao duelo para alguns (pelada de fim de ano para outros).

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