Na última quinta-feira, um oficial de Justiça esteve no Morumbi para obrigar o São Paulo a devolver o troféu

AE
Ao lado de Rogério Ceni e do ex-goleiro Zetti, o presidente são-paulino Juvenal Juvêncio segura a Taça das Bolinhas
A novela envolvendo a disputa entre São Paulo e Flamengo pela Taça das Bolinhas , criada para premiar o primeiro clube que conquistasse o Campeonato Brasileiro três vezes seguidas ou cinco vezes intercaladas, ganhou um novo capítulo.

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Na última quinta-feira, um oficial de Justiça esteve no Morumbi para obrigar o São Paulo a devolver, em 24 horas, o caneco para a Caixa Econômica, que é a guardiã do troféu. No entanto, como o presidente Juvenal Juvêncio não estava presente, a Taça das Bolinhas segue com a equipe paulista.

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Irritado com a decisão da Justiça, o departamento jurídico do clube do Morumbi avisou que não vai devolver o troféu e, inclusive, ameaçou levar o caso ao Supremo Tribunal de Justiça, em Brasília.

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O imbróglio começou quando a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) reconheceu o Flamengo e o Sport como campeões brasileiro de 1987. Após a decisão, o time carioca resolveu entrar na Justiça para ficar com a Taça das Bolinhas. O clube carioca alega que conquistou o pentacampeonato antes do São Paulo .

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