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Santos vence DIS parcialmente e terá de volta fatias de sete jogadores

A lista de atletas do time da Vila Belmiro inclui nomes como Paulo Henrique Ganso e Wesley

Gazeta Esportiva |

Além da vitória parcial no que diz respeito à quantia que deve ser repassada ao grupo DIS, braço esportivo do grupo Sondas, em relação à venda do meia Wesley para o Werder Bremen (Alemanha), o Santos obteve outra importante vitória na justiça nesta terça-feira. Isto porque, em uma decisão do juiz José Wilson Gonçalves, da 5ª Vara Cível de Santos, o DIS deverá "devolver" as fatias que tem dos direitos econômicos de sete jogadores ligados ao time. A decisão foi em primeira instância e o investidor deve recorrer da sentença.

A argumentação santista junto à Justiça, neste caso, foi semelhante a que foi utilizada em relação à transação envolvendo Wesley. Segundo o Santos, o DIS pagou um valor muito abaixo do praticado no mercado.

A empresa desembolsou 1,25 milhões de euros (R$ 2,9 milhões) e, desta forma, adquiriu participação nos direitos econômicos de sete atletas, dentre eles os meias Paulo Henrique Ganso e Wesley, além do centroavante André. Fora esses jogadores, completam a lista deste "pacote": o lateral esquerdo Anderson Planta, o volante Diego Faria, o meia Breitner e o atacante Tiago Luís.

Por conta disso, a Justiça emitiu o seu parecer favorável ao Santos, após a leitura dos contratos. De acordo com o despacho do juiz da 5° Vara Cível de Santos, não há dúvidas de que "há uma absurda desproporção entre os investimentos, os riscos inerentes ao negócio e o respectivo financeiro ao autor e, de outro lado em relação à ré".

No entanto, conforme está previsto também no despacho judicial, o clube precisaria devolver cerca de R$ 2,9 milhões ao DIS para recuperar os direitos econômicos dos sete atletas em questão. Mas como o Santos já pagou R$ 1,85 milhões referentes à venda de André, negociado por 8 milhões de euros, aproximadamente R$ 18 milhões (junto ao Dínamo de Kiev (Ucrânia), os santistas ainda devem desembolsar mais R$ 1,02 milhões ao investidor para resolver o imbróglio.

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