Em 1962, clube não teve Pelé, enquanto nesta quarta-feira não contará com Paulo Henrique Ganso

Além de repetir a final da Copa Libertadores da América, diante do Peñarol, do Uruguai, outra coincidência marcará o reencontro do Santos contra os uruguaios na decisão da competição continental nesta quarta-feira, no estádio Centenário. O clube paulista não terá a presença do seu camisa 10 em campo no primeiro jogo da final, assim como aconteceu em 1962, quando Pelé não jogou na vitória santista por 2 a 1.

Desta vez, é o meia Paulo Henrique Ganso , ainda em recuperação de um contratura muscular na coxa direita, que desfalcará o Santos na final contra o Peñarol - o lateral Léo também não joga . Aliás, a lesão que tirou Pelé dos dois primeiros jogos (a decisão era disputa em três jogos na época) da final da Libertadores contra os uruguaios, também foi uma lesão muscular.

Em 1962, o Santos ganhou o primeiro jogo em Montevideu por 2 a 1, sem a presença de Pelé, que também não jogou a segunda partida na Vila Belmiro, na derrota santista por 3 a 2. No entanto, a equipe santista conquistou sua primeira Libertadores após vencer o terceiro jogo por 3 a 0, em Buenos Aires.

Santos ainda tem esperança de poder escalar o camisa 10 Paulo Henrique Ganso na segunda partida
Divulgação
Santos ainda tem esperança de poder escalar o camisa 10 Paulo Henrique Ganso na segunda partida
Assim como Pelé disputou o último e decisivo jogo no estádio neutro Monumental de Nuñez (em Buenos Aires-ARG), o Santos ainda sonha com o retorno de Ganso no jogo de volta no estádio do Pacaembu, no próximo dia 22.

Pelé visitou o treino do Santos na última segunda-feira . O “Rei” acredita que sua visita deve trazer sorte a equipe santista na partida. “Eu costumo vir aqui. Agora que o Santos vai disputar a final da Libertadores achei importante. E por coincidência vai disputar contra o Peñarol. Graças a Deus nós ganhamos. Vamos ver se o Santos vai buscar essa”, concluiu.

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