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Presidente do clube diz que vai reclamar na Conmebol de condições no Paraguai e quer segurar Neymar e Ganso

O treinador do Santos , Muricy Ramalho , que foi alvo de polêmica no jogo da noite de quarta-feira contra o Cerro Porteño após ser atingido com um objeto ainda não identificado, não conversou com a imprensa no embarque para o Brasil, nem no desembarque, quando chegou em Cumbica. Já o presidente do time, Luís Álvaro Ribeiro, prometeu reclamar na Conmebol.

Ele reclamou bastante do comportamento da torcida, que atirou objetos no campo e também no camarote em que a diretoria estava, mas ressaltou a boa recepção que teve dos dirigentes rivais.

Muricy Ramalho foi atingido por um objeto arremesado pela torcida paraguaia
Reprodução
Muricy Ramalho foi atingido por um objeto arremesado pela torcida paraguaia

"Vamos pedir providências, porque é um local que não tem condições de receber um jogo. A torcida foi muito mal educada. Na hora que fizemos o segundo gol, o que voou de refrigerante que era aberto foi uma grandeza. Mas há de se frisar que a diretoria foi muito gentil e nos tratou muito bem", disse o presidente.

Luís Álvaro Ribeiro também já pensa na conquista como facilitador para segurar Neymar e Paulo Henrique Ganso no Brasil.

"Facilita para eles ficarem por aqui, sim. Há um ano e meio, quando assumimos e o assédio começou, nós lutávamos por posição intermediária no Paulista e para não cair no Brasileiro. Hoje disputamos títulos e
meu sonho de ver o Santos grande se antecipou. Eu já conversei com o Paulo (Ganso) e ele me falou que quer muito jogar a final", finalizou o dirigente.

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