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Santos procura minimizar pressão para encerrar jejum sem vitórias

Não existe essa pressão e a nossa pretensão agora é terminar bem o campeonato, com resultados positivos, afirmou o treinador Marcelo Martelotte

Gazeta Esportiva |

Sensação do futebol nacional nesta temporada, com as conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil, o Santos vive uma situação inédita neste ano: um jejum de sete jogos sem vitórias. Ao todo, o Peixe coleciona seis rodadas sem vencer no Brasileirão (duas derrotas e quatro empates), além do revés que sofreu no amistoso contra o Vasco, na última quarta-feira, em Teresina (PI). Mas, apesar dos resultados não estarem acontecendo, os santistas têm procurado minimizar a pressão por vitórias.

"Acho que o time está bem tranquilo com relação a isso. Não existe essa pressão e a nossa pretensão agora é terminar bem o campeonato, com resultados positivos", ponderou o técnico interino alvinegro, Marcelo Martelotte.

Para o treinador, a sua equipe tem apresentado um bom futebol em seus últimos compromissos, o que deve lhe possibilitar retomar o caminho das vitórias em breve. "Por um detalhe ou outro as vitórias têm escapado nos últimos jogos. Porém, sabemos que a qualquer momento, pelo nível que o Santos tem se apresentado, a vitória irá acontecer", comentou.

Sobre o fato de o Santos não ter mais pretensões de chegar ao título brasileiro, Martelotte não acredita que isso irá influenciar no rendimento do time. Na opinião do comandante santista, todos os jogadores estão conscientes de que precisam fazer o melhor, pelo clube, e em respeito as demais equipes que disputam o campeonato.

"Vamos procurar encerrar o ano de uma maneira que seja compatível com o que o Santos mostrou ao longo de toda a temporada. Até porque, quando você veste essa camisa tem que pensar em vencer sempre. Acreditávamos que, por estarmos classificados a Libertadores e sem chances de título, os nossos resultados não teriam mais um peso tão importante assim. Só que os times que nós vamos enfrentar até o final do Brasileiro estão em disputa na parte de trás tabela. Muitos profissionais dependem do nosso esforço. Por isso, vamos nos dedicar ao máximo", encerrou.

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