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Futebol
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Craques do passado relembram adeus à torcida antes do Mundial

Em 1962 e 1963, Santos goleou antes de enfrentar Benfica e Milan. Já Fla e São Paulo venceram clássicos antes de ir ao Japão

Mário André Monteiro, iG São Paulo* |

AE
Muricy Ramalho, técnico do Santos
O Santos viaja para o Japão na próxima segunda-feira, dia 5 de dezembro, onde vai disputar o Mundial de Clubes da Fifa. A estreia do time paulista na competição acontece no dia 14 do mesmo mês e o adversário vem da fase preliminar. Pode ser Monterrey, do México, Auckland City, da Nova Zelândia, ou o atual campeão japonês, que ainda não está definido.

Veja a tabela de jogos completa do Mundial de Clubes da Fifa de 2011

Antes, porém, a equipe de Muricy Ramalho vai disputar o último jogo do Campeonato Brasileiro, no domingo, dia 4, contra o São Paulo. Para o clássico, o técnico alvinegro já adiantou que usará os reservas no duelo em Mogi Mirim. O meia Elano, que se recuperou recentemente de uma lesão muscular, deve ser o único titular nesta partida .

Ao longo dos anos, incluindo o próprio Santos, nove times brasileiros já disputaram o Mundial. Desses, seis voltaram para casa com o título na bagagem. Relembre o que fez cada club brasileiro antes de encarar seu maior desafio internacional.

SANTOS , 1962

Reprodução
Pelé, Lima e Coutinho no Santos de 62
A última partida que o Santos fez antes de enfrentar o Benfica no primeiro jogo da decisão do Mundial foi em 16 de setembro, contra a Ferroviária, pelo Campeonato Paulista. A goleada por 7 a 2 na Vila Belmiro embalou a equipe praiana para o duelo diante dos portugueses, três dias depois, no estádio do Maracanã. O Santos bateu o Benfica por 3 a 2 no Brasil e, depois, em 11 de outubro, voltou a vencer o rival, dessa vez em Lisboa, por 5 a 2.

O ex-ponta esquerda Pepe, que fez um dos tentos no jogo em Portugal, lembra como foram os duelos e exalta a atuação do camisa 10 do seu time. “Foi o jogo mais incrível que vi o Pelé fazer. Nós escolhemos jogar no Maracanã porque não tínhamos a torcida muito grande em São Paulo. Além disso, o gramado do Maracanã era muito melhor. Ficamos uma semana concentrados, naquela época era difícil, não tinha ar condicionado, passávamos um calor muito grande no alojamento, apenas com ventiladores. Fizemos um jogo-treino e fomos para a decisão contra o Benfica", contou.

SANTOS, 1963

Divulgação
Time do Santos que enfrentou o Milan
Na busca pelo bicampeonato mundial, dessa vez contra o Milan, o Santos se despediu de sua torcida com uma goleada por 5 a 1 sobre a Esportiva, na Vila Belmiro, em um jogo no meio do Campoenato Paulista, em 9 de outubro. Alguns dias depois, em 16 de outubro, a equipe perdeu por 4 a 2 do Milan no primeiro jogo da decisão mundial, em Milão.

O segundo jogo aconteceu em 14 de novembro, no Maracanã, e o Santos devolveu os 4 a 2 sobre o Milan, levando a decisão para um terceiro jogo, que também seria realizado no Rio de Janeiro. Dois dias mais tarde, a finalíssima terminou com vitória santista por 1 a 0

"Contra o Milan, a preparação foi difícil. Nós não tínhamos Pelé, Zito e Calvet para aquela partida, eles estavam lesionados. Para piorar, saímos perdendo por 2 a 0 e viramos no segundo tempo. Foi incrível, choveu no segundo tempo e nós éramos ‘lameiros’, gostávamos de jogar na lama. Não havia essa maneira de conduzir de hoje (poupar os titulares). Nós jogávamos 80 partidas por ano e não tinha descanso", comentou Pepe.

CRUZEIRO, 1976

Gazeta Press
Joãozinho em ação contra o Bayern
A equipe mineira não foi bem no Brasileirão daquele ano e ficou em 19º lugar, com a cabeça no Mundial que seria decidido contra o Bayern de Munique, da Alemanha. O último jogo do time antes de encarar os alemães foi uma vitória sobre o Londrina por 1 a 0, gol de Palhinha, no Mineirão. Esse jogo foi disputado em 27 de outubro, dando quase um mês de preparação para o Mundial.

O primeiro duelo aconteceu em Munique, no dia 23 de novembro, com vitória do Bayern por 2 a 0. Quase um mês depois, em 21 de dezembro, os dois times empataram sem gols no Mineirão, e o título ficou com os europeus, frustrando os quase 115 mil cruzeirenses que foram ao estádio.

O ex-atacante Palhinha conta como foi a preparação antes do Mundial. "O Cruzeiro estava na repescagem (segunda fase) no Brasileirão de 1976 . Fiz um gol de perna esquerda e vencemos o Londrina. Foi a despedida no Brasileirão, estávamos na repescagem. Vencemos com aquele gol e pudemos pensar somente no Mundial", disse.

"Tivemos um bom tempo para nos preparar para o Mundial, deu tudo certo. Mas lá tivemos a infelicidade de encarar muita neve. Se você for analisar, o segundo semestre foi muito corrido e isso pode ter atrapalhado. No jogo da volta, no Mineirão, choveu muito e nosso time era muito leve, por isso não fomos bem. O futebol alemão está acostumado a campo pesado e foram beneficiados nesse sentido", disse Palhinha.

CRUZEIRO, 1997

Gazeta Press
Elivélton no Cruzeiro em 1997
Naquele ano, o time abandonou totalmente o Brasileirão por conta do Mundial e quase foi rebaixado, se livrando apenas na última rodada. Em 8 de novembro, empatou em 2 a 2 com o Santos, na Vila Belmiro, e ficou apenas dois pontos na frente do Bahia, primeiro time que caiu naquela edição do torneio. O Mundial era no Japão, contra o Borussia Dortmund, e o time chegou 11 dias antes do jogo para de adaptar ao fuso horário e ao frio. Mesmo assim, perdeu de 2 a 0.

O ex-atacante Elivélton, que marcou o gol salvador que livrou o Cruzeiro do rebaixamento em 97, disse que era difícil pensar em outra coisa além do jogo contra os alemães. "Só pensamos no Mundial nesse tipo de situação. Por isso passamos sufoco no Brasileiro. Naquela bola que tem que colocar o pé você não coloca, pois está com a cabeça em outra coisa. Sabemos que o Brasileiro é importante, mas o mais importante é o Mundial. Representar bem o Brasil internacionalmente".

"Já saimos do Brasil derrotados. Não pelo fim do Brasileiro, mas pelo que o presidente fez: contratar jogadores de última hora (Bebeto, Gonçalves, Alberto e Donizete Pantera). Deixou jogadores importantes fora, como o Gottardo, que era o nosso capitão na Libertadores. Trouxe jogadores alheios e isso foi a gota d'água. Quebrou as nossas pernas mesmo", finalizou Elivélton.

FLAMENGO, 1981

Reprodução
Zico com a taça do Mundial de 81
Antes de enfrentar o Liverpool, o rubro-negro bateu o Vasco por 2 a 1 no terceiro jogo da final do campeonato estadual, no dia 6 de dezembro, conquistou o título carioca e foi para o Japão cheio de moral. Foram apenas sete dias entre a vitória contra o arquirrival e o jogo contra os ingleses, do outro lado do mundo. Em 13 de dezembro, comandado por Zico e Nunes, o Fla fez 3 a 0 no time vermelho e foi campeão mundial.

E o próprio Zico relembra como foram esses dias mágicos para o Flamengo. "Foi uma preparação tranqüila.Viajamos no dia seguinte da decisão contra o Vasco, fizemos três dias de treinos em Los Angeles, já que essa parada foi para ir acostumando com o fuso horário", contou o ex-jogador.

"Em um mês, jogamos várias decisões e fisicamente estávamos muito bem preparados para essa seqüência de jogos. Estávamos tão confiantes que não nos preocupávamos com desgaste. Era um time muito consciente e muito profissional", explicou o camisa 10 mais famoso da história do clube carioca.

GRÊMIO, 1983
Faltando duas semanas para a viagem, a delegação se refugiou na cidade de Gramado, no interior. A ideia era fugir da euforia da torcida. A última partida oficial teve reservas em campo e derrota por 4 a 0 diante do Brasil de Pelotas, fora de casa. Houve ainda um amistoso em 4 de dezembro no estádio Olímpico contra o Novo Hamburgo: outra derrota, 1 a 0.

As duas derrotas nos jogos que antecederam o Mundial não abalaram os ânimos dos gremistas, que foram até o Japão e, no dia 11 de dezembro, fizeram 2 a 1 no Hamburgo, conquistando o título.

GRÊMIO, 1995

AFP
Grêmio x Ajax, em 1995
A equipe terminou o Brasileirão daquele ano em 15º lugar, eliminada na primeira fase. A maioria dos 11 primeiros jogos foram com time misto. Nos 12 jogos seguintes, o time titular foi usado com revezamento de alguns atletas. O jogo de despedida foi em 18 de novembro, no Olímpico, com vitória por 1 a 0 sobre o Criciúma. A equipe então foi para o Japão, onde no dia 28 de novembro enfrentou o Ajax, da Holanda, na final do Mundial. Após empate por 0 a 0 no tempo normal, derrota por 4 a 3 nos pênaltis e festa holandesa.

"Foi uma preparação tranquila e tumultuada. O clube nos deu toda a estrutura, mas a campanha no Brasileirão, após a conquista da Libertadores, oscilou muito. A última partida, vitória por 1 a 0 sobre o Criciúma, foi o meu primeiro gol como profissional, deu uma encorpada no time. Viajamos confiantes", disse o ex-lateral esquerdo Roger, titular do Grêmio na ocasião.

SÃO PAULO, 1992

Getty Images
Raí comandou o São Paulo em 1992
Antes de embarcar para o Japão, a equipe paulista venceu o Palmeiras por 4 a 2 na primeira final do Paulistão, no dia 5 de dezembro. No dia 13, a equipe venceu o Barcelona por 2 a 1, dois gols de Raí, foi campeão mundial e ainda voltou para o Brasil para empatar com o Palmeiras no segundo jogo da decisão estadual, conquistando o título no dia 20 de dezembro.

O ex-goleiro Zetti lembra como foram os dias de glória para o São Paulo. "O time nosso estava muito bem preparado, bem montado, o Telê Santana tinha o poder, confiança no grupo, então essa era a nossa diferença. A preparação estava sendo para o Mundial, voltada para o jogo contra o Barcelona, mas como chegamos na final do Paulista, foi a continuidade, o time estava bem, não tinha como errar", disse.

"Mas tinha uma preocupação. A gente estava disputando uma final, tinha preocupação de machucar jogador, ou tirar o pé, e não foi isso o que acontceu. Jogamos contra um Palmeiras que tinha um super time, com Zinho, Evair, Mazinho. O time chegou inteiro no final do ano", completou Zetti.

SÃO PAULO, 1993

Divulgação
Müller fez o gol da vitória em 1993
Assim como no ano anterior, a despedida para o Mundial também foi contra o Palmeiras. Porém, no dia 4 de dezembro, o São Paulo perdeu por 2 a 0 no Brasileirão e viajou para o Japão, onde enfrentaria o Milan. O revés para o rival não abalou os jogadores tricolores, que se superaram e bateram os italianos por 3 a 2, com um gol antológico de Müller nos últimos minutos.

Zetti lembrou bem da despedida em 92, mas nem tanto do último jogo antes do Mundial, em 93. "Na verdade eu não lembro como foi. Foi aquele gol que o César Sampaio fez, driblando todo mundo, né? Foi o maior gol da carreira dele. Aquele jogo o time jogou mal, não estava bem. Estava mais voltado para o Mundial. E essa derrota não abalou porque ganhamos o Mundial depois", contou o ex-goleiro.

SÃO PAULO, 2005
No dia 4 de dezembro, o clube encerrou sua participação no Brasileirão no estádio do Morumbi, usando a equipe titular na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-PR.

Depois desse jogo, o São Paulo partiu para o Japão, onde venceu o Al-Ittihad, da Arábia Saudita, no dia 14, pela semifinal do Mundial, e depois, em 18 de dezembro, bateu o Liverpool por 1 a 0 na decisão, conquistando o tricampeonato.

VASCO, 1998
_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597393012453 &_c_=MiGComponente_CO último jogo oficial do Vasco antes do Mundial foi em 12 de novembro, no empate por 2 a 2 com o Goiás, fora de casa, pelo Brasileirão. Antes de chegar ao Japão para enfrentar o Real Madrid, a equipe carioca fez escala nos EUA, onde ficou cinco dias e realizou um amistoso contra o Washington DC. Já no Oriente, no dia 1º de dezembro, os brasileiros perderam dos espanhóis por 2 a 1, ficando com o vice.

"Fomos uns 15, 20 dias antes. Hoje, vejo que a gente podia ter ido mais em cima da hora. Foi um período logo, que criou muita expectativa. Aí você alimenta uma coisa e só pensa nela. Gera ansiedade, e isso pode te prejudicar. É diferente do modelo atual, com mais jogos. O Real Madrid só chegou a cinco dias do jogo", comentou o ex-zagueiro Mauro Galvão, que esteve na final.

"(Contra o Washington) Foi um amistoso apenas para quem não vinha jogando. Eu não atuei. Eu me lembro que o Vasco ficou a dois pontos dos playoffs do Brasileiro. Seria melhor ter passado e ficado no Brasil mantendo ritmo", completou Galvão.

PALMEIRAS, 1999
_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597393012511 &_c_=MiGComponente_CO último jogo do time alviverde antes de enfrentar o Manchester United foi o primeiro jogo da semifinal da Copa Mercosul, diante do San Lorenzo. Na Argentina, o Palmeiras usou um time misto e perdeu por 1 a 0, em 18 de novembro, e já viajou rumo ao Japão. No dia 30 do mesmo mês, contra os ingleses, outra derrota por 1 a 0 e frustração por não ter conquistado o título mundial.

A equipe ainda voltou para o Brasil e derrotou o San Lorenzo por 3 a 0 no segundo jogo da semifinal e foi para a decisão contra o Flamengo. Porém, um revés de 4 a 3 e um empate por 3 a 3 deixaram o título do torneio sul-americano com os cariocas.

Luiz Felipe Scolari, atual treinador do Palmeiras e o comandante em 99, lamenta a preparação errada da equipe. "Nós, naquela oportunidade, quando ganhamos a Libertadores e íamos jogar o Mundial, cometemos um erro. Não colocamos os titulares nos jogos anteriores e deixamos a equipe fora de forma. Chegamos lá, jogamos um jogo e perdemos. Se fosse hoje, eu voltaria no tempo e colocaria sempre o time titular até uma semana antes do jogo com o Manchester", analisou o técnico.

CORINTHIANS, 2000
_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597393012569 &_c_=MiGComponente_CO time foi à final do Brasileirão de 1999, e o terceiro jogo contra o Atlético-MG aconteceu dia 22 de dezembro. Empate por 0 a 0 e título nacional garantido. A estreia no Mundial aconteceu no jogo seguinte, em 5 de janeiro de 2000, contra o Raja Casablanca, do Marrocos, e terminou com triunfo por 2 a 0. Na primeira fase, o Corinthians ainda empatou com Real Madrid e venceu o Al Nassr.

Como o primeiro colocado de cada grupo se classificava para a final, a decisão no Maracanã foi 100% brasileira. Após empate por 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, o Corinthians derrotou o Vasco nos pênaltis e conquistou o primeiro Mundial de clubes organizado pela Fifa.

"Não tivemos muito tempo para descansar. Saímos de uma competição e fomos para outra e nem pudemos segurar o ritmo no final do Brasileiro. O títulos nos deu confiança para o Mundial. Me lembro que chegamos desgastados, com muitas dores, tivemos de tomar remédios. Não foi um campeonato perfeito pelas condições físicas, mas fizemos nosso melhor e isso foi suficiente", comentou Edu, ex-volante e atual gerente de futebol corintiano.

INTERNACIONAL, 2006
_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597393012601 &_c_=MiGComponente_CA equipe teve uma despedida nada agradável antes do Mundial. Pela última rodada do Brasileirão, em 2 de dezembro, com time titular, dentro do Beira-Rio, levou 4 a 1 do Goiás. Apenas o atacante Alexandre Pato não jogou. Os outros jogadores eram os mesmos que viajaram para o Japão.

Na semifinal do Mundial, o Inter fez 2 a 1 no Al-Ahly, do Egito, em 13 de dezembro. O jogo contra o Barcelona foi no dia 17 do mesmo mês e terminou com triunfo por 1 a 0, gol inesquecível do meia Adriano Gabiru. O capitão naquele jogo era Fernandão, que disse que a goleada sofrida antes do torneio não abalou a equipe colorada.

"Depois daquele jogo contra o Goiás, eu fiquei tranquilo, pois o jogo não valia nada. Não jogamos a vida, pois não tínhamos motivo para fazer. Foi um resultado normal em uma véspera de viagem. O Goiás veio aqui, jogou e nós até tiramos o pé, pois tínhamos o Mundial pela frente. E eles vieram batendo em todo mundo, aí acabamos tirando um pouco o pé. A derrota não preocupou, eu me senti tranquilo", analisou.

INTERNACIONAL, 2010
_CSEMBEDTYPE_=inclusion&_PAGENAME_=esporte%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&_cid_=1597393013602 &_c_=MiGComponente_CDiferente de 2006, o Inter havia deixado boa impressão na despedida para o Mundial de 2010. Na última rodada do Brasileirão, pegou o já rebaixado Grêmio Prudente e venceu por 3 a 0, com tranquilidade, no dia 2 de dezembro. O time era o titular.

Porém, em 14 de dezembro, o time deu vexame e perdeu por 2 a 0 para o Mazembe na semifinal do Mundial, em Abu Dhabi, e perdeu a chance de disputar a final contra a Inter de Milão.

O meio-campista Oscar, que esteve no fatídico jogo diante do time do Congo, contou que estava ansioso e ainda desejou boa sorte ao Santos. "Bate a ansiedade, você fica muito ansioso pra chegar a hora. Espero que o Santos vá bem. Espero que façam uma boa campanha lá no Mundial", finalizou.

*Com colaboração de Danilo Lavieri, Samir Carvalho, Bruno Winckler, Frederico Machado, Renan Tondato, Hector Werlang, Hilton Mattos e Gabriel Cardoso

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