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Santos adia decisão sobre a compra de parte dos direitos de Ganso

"Temos 10 dias corridos para nos manifestarmos", afirmou o diretor jurídico Luciano Moita

Gazeta |

O Santos recebeu nessa quarta-feira uma notificação do meia Paulo Henrique Ganso, informando que aceitou a proposta da DIS, braço esportivo do grupo Sondas, pela compra de 10% dos seus direitos econômicos. Com o documento em mãos, o Peixe analisará o caso depois do Natal, na próxima semana, quando decidirá se exercerá a sua prioridade de compra do percentual em questão, ainda sob posse do atleta.

Veja também: Ganso notifica Santos e dá 10 dias para clube cobrir investidores

"Recebemos essa notificação, na qual o Ganso diz que recebeu uma proposta de R$ 5 milhões da DIS. Temos 10 dias corridos para nos manifestarmos sobre o interesse ou não na compra dessa parte dos direitos econômicos do jogador. Na semana que vem, vamos nos reunir com o presidente (Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro) para definir esse assunto", contou o diretor jurídico santista, Luciano Moita, em contato telefônico com a Gazeta Esportiva.Net.

Confira ainda: Ganso recua e diz que venda de 10% ao grupo DIS não foi concretizada

Caso não exerça a sua prioridade nesse caso, a cúpula alvinegra precisará se acostumar em ter o grupo Sondas como sócio majoritário na divisão dos direitos do camisa 10 do time da Vila Belmiro. Atualmente, os investidores e o Santos possuem 45% cada, com os 10% restantes ainda sendo de propriedade do próprio Paulo Henrique Ganso.

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O diretor de futebol do clube, Pedro Luiz Nunes Conceição, também falou sobre o imbróglio e não poupou críticas ao meia. "Não conseguimos entender como o Paulo consegue se envolver neste tipo de polêmica. Assim como também não conseguimos entender qual é a origem disso e o que consegue agregar ao atleta", afirmou o responsável pelo departamento de futebol do Peixe, em entrevista à Rádio Estadão/ESPN.

A polêmica em torno desses 10% dos direitos econômicos de Ganso começou em meio à disputa do Mundial de Clubes da Fifa. No Japão, o maestro santista declarou que havia negociado esse percentual com a DIS e acrescentou que o Alvinegro Praiano não havia demonstrado interesse em adquirir essa fatia da divisão dos seus direitos.

Irritada com a postura do seu camisa 10, a direção do Santos ameaçou contestar a venda na Justiça. Depois do Mundial, Paulo Henrique Ganso mudou a sua postura na volta da equipe ao País, na última terça, e destacou que o assunto ainda precisava ser discutido com o Peixe. No dia seguinte, o clube recebeu a notificação oficial do meia, dando à cúpula santista prioridade na compra desse percentual de seus direitos econômicos.

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