Crystian afirmou que foi o jogador do XV de Piracicaba quem chutou a sola do seu pé. Jogadores do Santos contestaram a marcação

O Santos empatou com o XV de Piracicaba na rodada inaugural do Campeonato Paulista por conta de um pênalti cometido pelo garoto Crystian em André Cunha aos 44 do segundo tempo. Na ocasião, o Santos vencia pelo placar de 1 a 0, gol marcado por Alan Kardec ainda na primeira etapa.

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Após a partida, sem muita veemência, alguns santistas reclamaram da arbitragem de Thiago Duarte Peixoto, que marcou o pênalti no minuto final da partida e deu a chance do time do interior paulista de empatar o placar dentro do estádio Barão de Serra Negra.

O volante Ibson , capitão do Santos neste sábado, evitou disparar contra a arbitragem, mas disse que não teve certeza do empurrão do lateral santista, sendo que este garantiu ter sido solado por André Cunha e não o contrário. "Foi um pênalti duvidoso, eu não daria. O árbitro viu da posição dele lá e pronto, está marcado. Fizeram o gol, não tem discussão, mas eu não daria", afirmou Ibson.

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Já o técnico Tata, comandante do Santos na ausência de Muricy Ramalho, que voltou de férias apenas no final da semana, decidiu acreditar em Crystian, que chegou estabanado no lance e teria derrubado faltosamente o ala quinzista.

"Não foi nem o árbitro que marcou o pênalti, foi o quarto árbitro, que estava distante. O Crystian me disse que foi o André Cunha quem chutou a sola do pé dele e eu acredito no meu atleta", pontuou o auxiliar técnico do Santos, vendo injustiça no resultado final de 1 a 1.

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