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Santistas estudam estratégias contra "fominha" Maikon Leite

Por conhecerem bem o atacante, defensores apostam em marcação forte contra velocidade do ex-companheiro

Samir Carvalho, iG Santos |

O clássico entre Palmeiras e Santos neste domingo, no estádio do Pacaembu, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, marcará o reencontro do atacante Maikon Leite com o time da Vila Belmiro, onde atuou nas últimas três temporadas. Os santistas acreditam que o convívio com o ex-companheiro de equipe irá ajudá-los na missão de parar o velocista atacante do Palmeiras.

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AE
Hoje no Palmeiras, Maikon Leite conquistou a Copa Libertadores da América pelo Santos

Apesar de estudarem as estratégias para anular Maikon Leite, os defensores do Santos destacam as qualidades do atacante, também chamado de “fominha” (termo utilizado no futebol para atletas que não costumam parar a bola) pelo goleiro Rafael. “Nós sabemos que ele é fominha", brincou Rafael. "Onde ele está ele chuta no gol. Esperamos que de tudo certo para ele no Palmeiras, e precisamos marcá-lo no clássico”, completou.

A velocidade de Maikon Leite é a principal preocupação dos zagueiros do Santos. “Temos a vantagem de conhecer bem o estilo do Maikon, a maneira como joga, e isso pode nos ajudar. É um velocista, que finaliza muito bem. Tem de ser marcado de perto, não se pode deixá-lo arrancar”, disse o zagueiro Edu Dracena, que lamentou a transferência do atacante para o Palmeiras.

“Ele faz falta não só para o Santos, mas a qualquer time no Brasil. É um jogador de qualidade. Esperávamos que ele pudesse ficar, mas não aconteceu. Agora, é torcer para ele ir bem no Palmeiras, menos no domingo, claro”, completou.

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Com 36 anos, o lateral-esquerdo Léo, que deve fazer o duelo individual com Maikon Leite, reconhece que não tem condições de superar o atacante na corrida. Desta forma, Léo pediu a ajuda dos defensores na marcação.

“Ele é rápido demais. Temos de estar atentos principalmente nas coberturas. Sei a maneira como ele joga, e, por isso, acredito que as coisas podem ficar menos complicadas, mas isso não quer dizer que será fácil”, disse Léo.

 

 

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