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Sanchez banca estádio e menospreza interesse de Brasília por abertura

Presidente chama ministro dos Esportes de louquinho por declaração que abriu a possibilidade de primeiro jogo da Copa ser na capital federal

Bruno Winckler, iG São Paulo |

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O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, classificou como loucura a possibilidade aventada pelo ministro dos Esportes, Orlando Silva, de que a abertura da Copa do Mundo de 2014 possa sair de São Paulo para Brasília. Na quinta pela manhã Silva disse que em reunião com o governador eleito do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, se reacendeu a chama de a partida inaugural do Mundial ser realizada no estádio Mané Garrincha.

Quem falou de Brasília? Manda primeiro ele (Queiroz) assumir, primeiro trabalhar. Brasília tem outros problemas fora o estádio. Ele que faça um estádio lá para 40, 50 mil pessoas. Evite fazer para 70 mil que não tem ninguém que use. E se o ministro falou isso ele está meio louquinho, disse Sanchez.

Divulgação
Visão de como ficará o estádio Mané Garrincha, em Brasília, depois das reformas

Ainda sem garantias de que o futuro estádio do Corinthians sairá do papel, Sanchez prometeu que tão logo tenha os nomes das empresas que pagarão pela ampliação da arena de Itaquera todos os detalhes do projeto serão divulgados. Quando estiver tudo fechado vocês vão saber o nome das empresas, de onde vem o dinheiro. Vocês não têm dúvida.

Projetado para 48 mil pessoas, o estádio corintiano precisa ser ampliado para no mínimo 65 mil lugares para estar apto a ser o palco da abertura da Copa de 2014. A previsão do início das obras é março do ano que vem e a conclusão deve acontecer apenas no final de 2013. Mesmo com tantas indecisões, Sanchez está seguro de que não há outra alternativa senão a arena corintiana como sede do primeiro jogo do Mundial.

A abertura da Copa do Mundo vai ser em São Paulo. Isso já está claro. Ficam especulando, mas não existe outra possibilidade. Não é Brasília, não é Rio, não é Bahia, não é nada. Eles (Queiroz e Silva) que se preocupem com o que a população mais precisa lá, com o legado que vão deixar. Ele tem que se preocupar mais é com isso. Que é um dinheiro público que vocês tanto questionam. Entendeu ou não?, disse Sanchez.

Milton Trajano

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