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Futebol
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Rússia terá 13 cidades-sede e usará dinheiro de Abramovich

Empresário, dono do Chelsea, esteve com a delegação russa em Zurique para o anúncio das sedes dos Mundiais 2018 e 2022

Gazeta Esportiva |

A Rússia conquistou o direito de sediar a próxima Copa do Mundo a ser disputada no continente europeu, a de 2018. Ausente da cerimônia que definiu o país-sede, o primeiro-ministro russo Vladimir Putin comemorou o resultado à distância, garantindo a conclusão das obras nas cidades-sede no prazo. E para isso, deverá contar com o dinheiro do bilionário Roman Abramovich, investidor do Chelsea.

"Nós vamos receber a Copa em 13 cidades, embora a Fifa nos indique 10 ou 12", afirmou, sem citar quais serão as metrópoles envolvidas no projeto, mas comemorando a escolha da entidade máxima do futebol, pensando em se aproveitar dos recursos de Abramovich, que explora petróleo e gás natural na Rússia.

"Sim, por que não? Ele tem muito dinheiro, até pode nos dar um pouco", brincou Putin, sobre o empresário que, ao contrário do primeiro-ministro, esteve presente em Zurique para acompanhar a cerimônia da Fifa.

A Rússia irá receber o mundial de seleções de 2018, vencendo a disputa contra as outrora favoritas candidaturas de Portugal/Espanha e Inglaterra, com Bélgica/Holanda correndo por fora. O mesmo evento definiu o Catar como sede da competição a ser disputada quatro anos depois

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