Nem o capitão Bolívar tem retorno certo. Inter deve usar força máxima no início do segundo turno estadual

Gabriel Cardoso
Bolívar disputará posição com Índio e Sorondo
Se depender do técnico Celso Roth nenhum dos jogadores machucados volta ao time do Inter por decreto. Bolívar, Tinga, D´Alessandro e Rafael Sóbis faziam parte dos 11 campeões da Libertadores e titulares no Mundial, mas estão no departamento médico e retomam os treinos na próxima semana.

“Eu digo pra os jogadores que joga quem estiver melhor. Existe a competição interna, mas também o respeito interno. O treinador não pode premiar um jogador por ter sido, mas por ser! Se não, não é justo”, avisou.

Porém, o treinador também deixou claro que a medida que estes lesionados entrem em ritmo de jogo, eles começam a lutar em condições iguais com os companheiros. No caso de D´Alessandro, isto quer dizer: Quando estiver bem, joga. Mas para os outros três a situação não é tão clara. Nem mesmo o capitão Bolívar tem retorno garantido ao time.

“Nem a volta do Bolívar, do Sóbis ou do Tinga vai significar a saída de alguém. O Bolívar voltará a fazer parte do grupo e com os outros jogadores a mesma coisa. Quando eles estiverem em um padrão técnico e físico poderão disputar. Enquanto isso, os outros jogadores estão trabalhando. O Sorondo foi muito bem no ano passado, mas infelizmente teve uma cirurgia no fim do ano. Ele está ocupando o seu espaço, está indo bem, e está fazendo uma boa dupla com o Índio. Fizeram dois jogos bons pela Libertadores”, avaliou Roth.

O Inter só volta a campo dia 9 de março. O adversário será o Ypiranga de Erechim pela estreia do returno. Ainda é cedo, mas Roth sinalizou que deve usar força máxima nesta e na partida seguinte, dia 13, contra o Caxias, fora de casa. Servirão como preparação para a terceira rodada da Libertadores, dia 16, quando o Inter visita o Jorge Wilstermann.

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