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“Hoje eu sou, sem dúvida, muito mais ídolo do que antes", disse o artilheiro do Brasil na conquista do tetra à revista ESPN

Divulgação
Romário na capa da revista ESPN de outubro
Em entrevista à revista ESPN, o ex-jogador campeão do mundo pela seleção brasileira e atualmente deputado federal (PSB-RJ) Romário alfinetou o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e revelou que se considera hoje em dia ainda mais ídolo que nos tempos em que jogava profissionalmente.

“Hoje eu sou, sem dúvida, muito mais ídolo do que antes. As pessoas me param o tempo inteiro, já me reconhecem como político e me respeitam como um cara sério, que entrou para fazer o que tem que ser feito”.

Sobre Ricardo Teixeira, o baixinho crê que outros profissionais deveriam desempenhar em conjunto com presidente da CBF as funções relacionadas ao cargo . “Eu continuo acreditando que é muita função para uma pessoa só, que se ele delegasse um pouco mais algumas responsabilidades, principalmente ligadas ao COI, poderíamos obter mais êxito e a Copa estaria mais adiantada”.

Romário ainda se referiu ao futebol carioca como o mais charmoso do Brasil e esbanjou a velha auto-confiança ao falar de de Pep Guardiola, atual treinador do Barcelona e companheiro do brasileiro no clube catalão no anos 90: “Eu não joguei com ele. O Guardiola que jogou comigo”

O ex-jogador de Vasco, Flamengo e Fluminense disse ainda que vê apenas Pelé na sua frente no rol dos melhores da história: “O Maradona é tecnicamente o maior que eu vi jogar. Mas se for pesar gols e títulos, eu tenho mais. Depois do Pelé, sou eu”.