Meia cruzeirense diz que sempre teve preferência por disputar clássicos e dá conselhos aos mais jovens

Bastou Roger entrar no jogo para o Cruzeiro mudar a sua postura e conseguir empatar o clássico com o Atlético-MG . Apesar de não ter participado diretamente de nenhum gol, apesar de ter recebido a bolada que originou o lance do gol de empate, o meia cruzeirense mais uma vez teve papel de destaque diante do maior rival.

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Para Roger, sua personalidade é o diferencial para fazer bons clássicos. Com a camisa do Cruzeiro ele já brilhou em outras duas ocasiões, na sua estreia, em 2010, quando deu passe um gol e marcou outro, e no ano passado, quando abriu a goleada por 6 a 1.

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“Sou um jogador que tenho muita personalidade, isso ninguém pode falar de mim. Às vezes falam que estou desligado em certas partidas, mas em clássico eu não sei, parece que... Porque eu gosto, dá visibilidade, mostra quem é quem. Às vezes você joga bem dez jogos contra equipes pequenas e não dá a repercussão que dá você jogando um clássico. Eu falo isso para os meus companheiros”.

Com vários clássicos no currículo, seja por Cruzeiro, Fluminense, Flamengo, Corinthians ou até Benfica, Roger diz que é um jogo até fácil de se jogar. Por se tratar de duas equipes com qualidade, o meia descreve o encontro com uma partida aberta, fazendo a diferença para quem tem mais tranquilidade

“O clássico é mais fácil de jogar, porque você tem mais espaço. Do outro lado são jogadores com mais qualidades, mais difíceis de marcar, mas quando você tem a bola também tem mais espaço para jogar. Então é só ter personalidade, tranquilidade. Quando receber a bola é levantar a cabeça, jogar de acordo como manda o figurino e trabalhar. Então não tem como não dar errado. É só ter personalidade e se impor, isso é o que faz a diferença num jogo importante como esse”. 

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