Zagueiro aposta no histórico de superação para reverter desvantagem na Libertadores

Wesley Santos/Pressdigital
Rodolfo comanda uma zaga que vazou 33 vezes na temporada
Os problemas defensivos do Grêmio se repetem jogo após jogo. Falhas individuais e de posicionamento enfraquecem a marcação ao rival que quase sempre vence a defesa e marca gol (s) – são 33 gols tomados em 29 jogos no ano. Para evitar a repetição dos problemas, por exemplo, da derrota diante do Universidad Católica , terça-feira, no Gre-Nal de domingo, o zagueiro Rodolfo pediu inteligência aos colegas:

"Tem que pensar antes do adversário. As vezes ele pode até levar vantagem na força física, mas tem que usar a inteligência. É preciso fechar rápido e não deixar dominar, porque quando o 'cara' é forte fica difícil tomar a bola. Não dá para deixar pensar".

Rodolfo entende que Católica e Internacional têm futebol parecido. Lucas Pratto e Leandro Damião, centroavantes de força e qualidade, merecem a mesma atenção.

O problema é que a situação incomoda aos atletas do Grêmio. Pouco à vontade com a insistência dos repórteres em questionar as falhas defensivas, Rodolfo se saiu com esta conclusão.

"Se eu tivesse a solução para os problemas defensivos do Grêmio iríamos parar de tomar gol", disse.

O zagueiro, porém, mantém a confiança em vitória no Gre-Nal e o consequente título do Gauchão e na reversão da vantagem chilena na Libertadores. O motivo? O histórico de superação tricolor em duas "batalhas": a de La Plata, de 1983, no empate com o Estudiantes; ou a dos Aflitos, em Recife, no título da Série B de 2005 sobre o Náutico.

"O Grêmio é o Grêmio. Todo mundo sabe do poder que tem o Grêmio. A história mostra isso. O Grêmio sai das dificuldades e torna o ambiente muito bom", alegou.

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