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Robinho culpa corintiano por vaia e diz que time joga melhor fora

Após sair vaiado, atacante prevê menos pressão na Argentina. Mano se irrita com o assunto

Bruno Winckler, Marcel Rizzo e Paulo Passos, iG São Paulo |

Robinho foi substituído por Lucas no segundo tempo da vitória por 1 a 0 contra a Romênia sob vaias. Para o atacante, tudo foi natural. E ele minimizou os apupos que já haviam acontecido no jogo contra a Holanda, em Goiânia, no último sábado. Desta vez, porém, culpou os corintianos pelas vaias extras. "O torcedor paulistano é um pouco mais exigente, mas tinham alguns corintianos ali atrás que estavam vaiando mais que o normal", disse o atacante.

Futura Press
Robinho lamenta chance perdida, ainda no primero tempo da partida

Segundo Robinho, a seleção se desacostumou a jogar no Brasil e por isso ele prevê mais tranquilidade para os jogos da equipe na Copa América da Argentina, a partir do dia 3 de julho.

"Na Argentina a gente não vai ter tanta pressão. Acho que a gente joga melhor fora do que em casa, mas enfim. A torcida aqui é exigente, cobra quando não vê espetáculo e tem todo o direito de vaiar", disse o atacante.

Se Robinho minimizou as vaias, Mano Menezes não ficou tão confortável assim. O treinador estava irritado na entrevista coletiva que concedeu para falar da lista dos 22 convocados e da vitória sob vaias contra a Romênia, 1 a 0. Ele chegou à sala de terno, gravata, fez até uma piadinha com um radialista, mas logo na primeira pergunta, sobre os sete jogadores cortados, foi rude.

"Não teve cortes. Chamamos 28 jogadores para os dois amistosos (contra Holanda e Romênia) e 22 para a Copa América. Lógico que teve conversa olho no olho com os que ficaram de fora, mas ninguém foi cortado e todos ainda têm chance na seleção", disse.

Vinte minutos depois, a pergunta que talvez ele não quisesse que fosse feita: as vaias dos torcedores paulistas, repetindo o que os goianos fizeram no sábado, no 0 a 0 frente os holandeses:

"Você não tem nada positivo para perguntar (ao jornalista)? Quando eu disse em Goiânia educar o torcedor, não foi mudar seus modos. Foi futebolisticamente falando. E pretendo conseguir isso com ajuda de pessoas bem intencionadas como você (novamente se dirigindo ao jornalista)".

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