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Rivaldo se diz ¿chateado¿ ao comentar despedida de Ronaldo

Meia do São Paulo diz que não espera jogo de despedida, mas deixa transparecer mágoa com a CBF

Levi Guimarães, iG São Paulo |

Depois de reclamar do preconceito que sofre por conta da idade, o meia Rivaldo, do São Paulo, voltou a dar declarações que revelam decepção com a suposta falta de atenção que vem recebendo no final da carreira.

Questionado sobre a expectativa de ter uma despedida pela seleção brasileira, o veterano disse não esperar por isso e citou o caso de Ronaldo como diferente por conta da origem carioca do "Fenômeno".

“Ronaldo é carioca. Se eu fosse talvez pudesse ter essa despedida. Mas não quero [uma despedida própria]. Se eu tiver a oportunidade de estar nesse jogo do Ronaldo, estarei. Caso contrário, estou tranquilo. Meu trabalho é no São Paulo, não me preocupo com isso. Teve muitos outros jogadores que foram mais que eu na seleção e não tiveram despedida, então estou tranquilo”, afirmou.

O camisa 10 mostrou certa contradição, mesmo dizendo que seu foco é apenas defender o São Paulo. “São coisas que deixam chateado. Mas quero viver esse momento no São Paulo. Venho pro treino todo dia, me sinto como se tivesse 20 anos. Acho que fiz meu papel muito bem na seleção e uma despedida não vai significar nada”.

AE
Rivaldo acredita que, se fosse carioca, poderia ter outro tratamento

Rivaldo demonstrou surpresa especialmente com a rapidez com que foi agendado um jogo amistoso para a despedida de Ronaldo depois que ele anunciou a aposentadoria. O são-paulino, porém, fez questão de frisar o merecimento do ex-companheiro pela homenagem.

“Foi tão rápido, já marcaram o jogo. Com outro não aconteceu isso, mas cada um é cada um. O Ronaldo fez história na seleção, é o maior artilheiro das Copas. Ele merece. Mas eu não quero nem preciso de despedida”, disse.

Somente ao ser pressionado pelos jornalistas presentes à sua entrevista coletiva para revelar uma suposta mágoa com a CBF, Rivaldo amenizou o discurso. “Não tenho mágoa de ninguém, graças a Deus. Tenho mais é que agradecer à CBF e aos treinadores que me convocaram. O Ronaldo é carioca, a CBF é no Rio de Janeiro. Mas não tenho nenhuma mágoa.”

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