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Rivaldo diz não ter o que provar para ser titular no São Paulo

Veterano diz que Carpegiani o conhece e que joga da mesma maneira que nos bons momentos da carreira

Levi Guimarães, iG São Paulo |

Rivaldo desfalcou o São Paulo nas últimas semanas por conta de uma lesão na coxa direita e agora, já recuperado, foi relacionado para a partida contra o Paulista, em Jundiaí, mas deve começar no banco. Aos 38 anos, porém, o pentacampeão não acha que tenha algo a provar para o técnico Paulo César Carpegiani para conquistar a titularidade.

“Eu não tenho o que mostrar. Ele me conhece de todos os dias de treinamento aqui. Se tiver uma oportunidade vou tentar fazer o meu melhor. Estou sempre à disposição, mas não tenho o que mostrar”, afirmou o veterano.

O camisa 10 acha normal ficar no banco na partida desta noite. Afinal, está voltando de um período de quase 20 dias parado, fazendo treinamento específico para se recuperar da lesão. Mas faz questão de dizer que se continuar como reserva, não será por conta de sua idade, mas por uma questão de escolha do treinador.

Carpegiani vem escalando o São Paulo com um sistema ofensivo bastante veloz, com Lucas, Fernandinho e Dagoberto como titulares quando todo o elenco está à disposição. E Rivaldo reconhece não ter a mesma velocidade do trio, mas diz que suas características de jogo sempre foram as atuais e ainda podem ser úteis dependendo da situação.

“Futebol tem que ter jogadores velozes, mas tem que ter também alguém para pensar, tocar a bola. Não é por causa dos 38 anos, sempre joguei dessa maneira. Nunca fui rápido, mas sei procurar a minha posição em campo, coloco a bola onde quero. Então esses jogadores rápidos eu posso deixar na cara do gol a qualquer momento”, disse.

Rivaldo também frisou que não vem tendo qualquer privilégio ou “vida fácil” no São Paulo por conta da idade. “Eu não quero privilégio. Se quisesse privilégio, quando tivesse treino físico de uma hora eu treinaria 30 minutos. Mas venho fazendo o mesmo que os outros. Se o Paulo não optou por mim é uma decisão dele. É um treinador privilegiado, que tem um grupo excelente nas mãos e está fazendo um bom papel”.

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