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Futebol
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Rival de Gobbi diz não ser candidato, mas admite concorrer

André Luiz de Oliveira desejava ter o apoio de Andrés. Sem ele, pode lançar chapa própria se obtiver aval de sócios

Bruno Winckler, iG São Paulo |

Andrés Sanchez pode ter problemas para eleger seu sucessor nas eleições de dezembro para a presidência do Corinthians. Mário Gobbi, ex-diretor de futebol, é seu candidato predileto, mas André Luiz de Oliveira, diretor administrativo do clube, tenta conseguir apoio entre os sócios, que têm poder de voto no Corinthians, para poder lançar uma chapa própria.

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Gobbi tem o apoio de Sanchez, mas sofre resistência de outros diretores

“Não é fácil ser candidato. São os sócios que votam, tem mais de 3 mil, e ter o apoio da maioria é muito difícil”, disse Oliveira, conhecido como André “Negão” dentro do clube. “Escreve aí no seu site que eu, André Negão, como vocês gostam de me chamar, não sou candidato hoje”, disse Oliveira, ao iG. “Não posso falar que não vou ser em dezembro. Estamos em março ainda. É muito cedo. Não tem nada oficial ainda sobre o Gobbi. Não ouvi nada”, completou.

Sanchez ainda não oficializou que Mário Gobbi terá o seu apoio nas eleições, mas declarou durante o Carnaval que o ex-diretor “reúne qualidades e é um ótimo nome para ser candidato”, disse o presidente. Em abril, de acordo com o próprio Gobbi, que também evita falar como candidato, a situação definirá quem será o candidato de Andrés. “Aceito ser candidato se for esse o desejo do Andrés”, disse Gobbi.

Oliveira tem o apoio de sócios que frequentam o clube, aqueles que usam as instalações e têm interesses além do futebol. Já Gobbi conta com o suporte de todo o corpo diretivo de Sanchez e dos vice-presidentes, entre eles, Roberto de Andrade, 1º vice-presidente e atual diretor de futebol.

“Posso apoiar o Gobbi. Não tenho nada contra ele. Mas é muito cedo para falar quem é candidato e quem não é. Não tem grupo de Andrés, grupo de oposição. No Corinthians, são os sócios que votam, não tem grupo”, disse Oliveira, um pouco contrariado.

Desde a reforma estatutária estabelecida no início da gestão de Andrés Sanchez, o sócio do Corinthians, que paga mensalidade para usar as dependências do Parque São Jorge, tem poder de voto igual ao de conselheiros.

A oposição do Corinthians, liderada por Antônio Roque Citadini, lançará Paulo Garcia, candidato nas últimas eleições, como seu candidato. Com uma terceira via, como pode acontecer com a tentativa de André “Negão” de candidatar-se, Garcia ganharia força após o possível racha no grupo que apoia Sanchez.

 

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