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Futebol
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Ricardo Gomes quer evitar pressão sobre Felipe no Vasco

Para treinador, meia precisa voltar a jogar como nos tempos de Seleção. Novo líder da equipe virá com naturalidade

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Que Felipe o técnico Ricardo Gomes quer ver em São Januário? Com a saída de Carlos Alberto para o Grêmio, o fardo de líder da equipe pode recair sobre o meia vascaíno. Pode. Mas não é bem assim que pensa o treinador. Gomes, que já trabalhou com o jogador no Flamengo, em 2004, quer que ele repita o desempenho que o levou à Seleção Brasileira. Este é o primeiro passo. Mas daí a afirmar que será o dono do time, isso é um outro assunto.

De acordo com o treinador, o momento é de recuperar a confiança do grupo, pôr um time mais alegre para jogar e esperar os resultados. Quando a equipe encaixar, como se diz na gíria do futebol, a liderança virá naturalmente. Assim, Ricardo Gomes não colocará pressão sobre os ombros do camisa 6 e, aos poucos, espera vê-lo em forma para que o meia ajude a equipe na retomada das vitórias.

“Quero do Felipe um Felipe como aquele do Vasco lá de trás. Um jogador que desequilibrava em campo. Não vou exigir dele que assuma a responsabilidade toda do time. Quero, primeiro, o Vaxco jogando solto. A partir daí, a liderança virá com naturalidade. Com ele ou com outro jogador”, destacou o treinador.

Nos quase dez dias em que ficou afastado, Felipe manteve a forma correndo na praia e fazendo atividades em academias. Numa conversa com o técnico, frisou que não está no condicionamento ideal. Ficou decidido, então, que o jogador será aproveitado em 20 ou 30 minutos da partida deste domingo, em São Januário, contra o Americano.

Quando voltou ao clube, em 2010, o meia sabia da responsabilidade que seria conduzir, ao lado de Carlos Alberto, o time no Campeonato Brasileiro. O Vasco fez uma campanha irregular e, para piorar, os dois jogadores mais importantes ficaram devendo. Felipe por ainda se adaptar ao futebol brasileiro – ficou cinco anos no mundo árabe. Já o ex-capitão fracassou devido às inúmeras lesões.

Felipe foi duramente criticado, e em determinados momentos da competição, precisou chamar a responsabilidade por causa da ausência do ex-capitão.

“Ano passo, o Carlos Alberto atuou pouco porque esteve contundido, e eu fui a peça principal do time. Acho que nessas horas o Vasco precisa de todo mundo, e não apenas de um jogador. Mas se precisar assumir esta responsabilidade, estou pronto”, declarou o meia vascaíno.
 

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