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Futebol
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Ricardo Gomes monta blindagem sobre Felipe no Vasco

Técnico quer meia pensando apenas em jogar futebol até recuperar forma ideal. Jogador não é mais o capitão

Hilton Mattos, iG Rio de Janeiro |

Felipe está sendo preservado no Vasco. Após ser afastado pela diretoria por deficiência técnica, o meia está de volta à equipe titular. Enfrenta neste sábado o América, em Volta Redonda, mas sem status de dono da companhia. Ricardo Gomes quer, primeiro, que o jogador recupere seu melhor futebol. Para isso, vai tirá-lo dos holofotes. O primeiro passo no combate a qualquer tipo de pressão sobre o meia foi manter Fernando Prass como capitão. Rótulos como maestro e líder também estão banidos por enquanto.
“Quero Felipe preocupado apenas em jogar futebol, sem muita badalação em cima do nome dele”, declarou Ricardo Gomes.
Com a saída de Carlos Alberto, é natural que recaia sobre o experiente jogador o fardo de comandar a retomada vascaína. Como Felipe não vinha apresentando o futebol dos bons tempos e ainda ficou fora duas partidas como espécie de punição pela má fase, Ricardo Gomes acha prematuro jogar toda a responsabilidade nos seus ombros.
“A ideia é recuperá-lo física e tecnicamente. Nada se cobrança, imposições. Ele precisa voltar a uma melhor forma, e o ideal neste momento é deixa-lo à vontade”, frisou o treinador.
Em 2010, no período em que Carlos Alberto desfalcou o time por causa de lesão, Felipe foi o capitão. Pela sua história no clube, não havia, na ocasião, jogador mais indicado para o posto. Desde o clássico contra o Flamengo, no entanto, o goleiro Fernando Prass herdou a braçadeira. O meia não disputou o clássico e desfalcou a equipe também no empate com o Volta Redonda. O compromisso deste sábado marca seu retorno ao time. Mas nem por isso o camisa 6 mudou os planos do comandante. O porta-voz da equipe dentro de campo continuará sendo o goleiro.
“Não vejo motivo para mudar. Repito que quero o Felipe pensando no jogo. O Prass vinha sendo o capitão, então que continue. Amanhã, caso as coisas mudem, quem sabe. Mas por enquanto, nada de mudanças”, afirmou o técnico.
A notícia não tirou o humor do meia.
“Isso não me abala em nada. Não faço questão de ser capitão. A experiência que vou transmitir em campo vem da minha longa carreira. Não preciso de uma braçadeira para liderar”, frisou o meia.

 

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