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Ricardo Berna: "Souza não tem que pedir desculpas para ninguém"

Goleiro enaltece entrega do meia na partida, lamenta expulsão e reconhece que a equipe ficou devendo.

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Muricy Ramalho é incapaz de criticar publicamente um jogador, mas ficou evidente durante a coletiva de imprensa após a suada vitória de 1 a 0 sobre o Bangu a irritação do treinador com o lance que originou a expulsão de Souza. Principalmente porque o contra ataque do adversário surgiu após uma bola perdida no campo de defesa do Fluminense. Mais comedido que o comandante, Ricardo Berna lamentou que o meia tenha sido expulso justamente na sua estreia, mas fez questão de defender o jogador nesta sexta-feira.

“A cobrança dentro de campo vai existir sempre e nós procuramos falar um com o outro com o intuito de orientar. Ficamos tristes com expulsão do Souza logo no seu primeiro jogo pelo clube, mas isso mostrou sua entrega na partida e a vontade de vencer. Isso acontece, ele é um jogador técnico e não tem que se desculpar por nada. Gostaríamos que ele tivesse estreado com gols, mas ele ainda vai ter muito tempo para mostrar seu futebol”, disse Berna.

Assim como Muricy, o goleiro reconhece que o time sentiu a falta de ritmo e ainda tem muito o que evoluir na competição. No entanto, o mais importante para Ricardo Berna foi começar a competição com o pé direito e os três pontos garantidos.

“É natural que se crie uma expectativa grande por sermos o atual campeão brasileiro. O título nos deu repercussão, mas pode nos atrapalhar. Sabemos que nosso torcedor quer ver o time ganhando, mas nem sempre as vitórias são conquistadas com boas atuações. Isso é a excelência, mas o mais importante é vencer. Nós também sabemos que podemos render mais, mas o trabalho está apenas no começo e vamos continuar trabalhando para melhorar nossa produção daqui para frente”, explicou o goleiro, que não quis entrar em polêmica sobre uma disputa particular com Diego Cavalieri.

“O Diego veio contratado para reforçar o elenco, mas a minha função aqui dentro é fazer o meu papel. Assumi a vaga de titular num momento difícil no ano passado, joguei nove partidas e procurei fazer o meu papel. Os números mostram que eu tenho sido eficiente. Eu confio no meu potencial, sei da minha qualidade e procuro mostrar isso nos treinos e nos jogos”, disse.

Apesar da confiança, Diego Cavalieri também se cobra muito. Há cinco anos no clube, o goleiro já teve altos e baixos no clube e sabe que a condição de titular foi conquistada com muito trabalho.
“Para um jogador competitivo e que almeja conquistar coisas boas no futebol, não existe conforto. Eu procuro nunca estar na minha zona de conforto, estou sempre exigindo e trabalhando cada vez mais”, afirmou.
 

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