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Revoltado com arbitragem, Atlético-GO ameaça não entrar em campo

Time reclama das expulsões dos volantes Pituca e Agenor na final do Estadual, contra o rival Goiás

Gazeta |

A arbitragem de Eduardo Tomaz no clássico entre Goiás e Atlético-GO , que terminou empatado em 1 a 1 , pela primeira final do Campeonato Goiano, ainda repercute entre as equipes. E Nesta segunda-feira, a polêmica ganhou mais um novo capítulo. O presidente atleticano, Valdivino de Oliveira, em entrevista à "Rádio 730", levantou a possibilidade do Atlético-GO não entrar em campo no próximo jogo, no domingo.

"Não sei se a gente entra em campo ou não. É uma questão que vamos ter que decidir amanhã, em uma reunião. Se for para fazer uma final com tanta palhaçada, não compensa o Atlético ir a campo", declarou o mandatário.

Para os atleticanos, as expulsões de Pituca e Agenor foram injustas. O técnico PC Gusmão, que reclamou dos lances, também foi mais cedo para o vestiário. Além disso, Oliveira reclama da mudança do trio de arbitragem, três dias antes da partida.

Divulgação
Lance do empate por 1 a 1 entre Atlético-GO e Goiás. No canto direito, o árbitro Eduardo Tomaz
O paulista Sálvio Spínola havia sido o sorteado, mas o árbitro também foi escalado para apitar a final do Campeonato Baiano e, por determinação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), foi mantido na partida entre Vitória e Bahia de Feira. No novo sorteio do Goiano, Eduardo Tomaz, de Goiás, foi o escolhido.

"Foi um jogo que fugiu da normalidade desde o começo. Havia a escalação de um árbitro de São Paulo e, na última hora, botaram um de Goiás. No domingo passado, um diretor do Goiás disse que todos os árbitros eram amigos dele. É difícil fazer futebol assim", acusou o presidente.

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