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Futebol
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Revolta de corintianos é tema na apresentação de Roberto Carlos

Jornalistas estrangeiros se mostraram curiosos com episódio. Jogador disse que deseja jogar até os 41 anos

iG São Paulo |

Divulgação
O lateral Roberto Carlos recebe sua nova camisa: a de número 3 do Anzhi Makhachkala
O lateral-esquerdo Roberto Carlos, de 37 anos, foi apresentado oficialmente pelo seu novo time, o Anzhi Makhachkala, neste domingo. A cerimônia de apresentação foi realizada em Ankara, na Turquia, onde a equipe russa faz pré-temporada.

Durante a entrevista coletiva, jornalistas russos e turcos se mostraram curiosos quanto à revolta de parte da torcida do Corinthians após a eliminação do clube na Copa Libertadores.
“Você não estava pensando em se aposentar, após os episódios que viveu no Corinthians?”, questionou um jornalista. “Futebol existe para trazer alegria às pessoas. Mas, quando seu carro é atacado e sua família é ameaçada, fica uma situação horrível. Então eu ponderei se vale a pena continuar jogando futebol”, respondeu o brasileiro, de acordo com o site oficial do Anzhi Makhachkala.

Se ficou preocupado em fugir da violência de parte da torcida corintiana, Roberto Carlos optou por jogar em uma região bastante perigosa. Afinal, o Anzhi fica na cidade de Makhachkala, no  Daguestão. Tal região luta para se separar da Rússia e costuma testemunhar atentados terroristas. Isso sem falar no intenso frio.

“Quero enfatizar que não temo o frio”, preocupou-se em dizer o brasileiro. “Já joguei com a temperatura de 20 graus negativos em Kiev (Ucrânia)”, recordou, citando também que já jogou sob 36 graus positivos no Brasil.

Roberto Carlos, que vai usar a camisa 3, disse ainda que pretende jogar até os 40 ou 41 anos e que pretende encerrar a carreira no Anzhi, cujo proprietário é o bilionário russo Suleyman Abusaidovich Kerimov. “Minha paixão é jogar futebol. Pretendo brilhar aqui no Anzhi e dar títulos ao clube. Quero que falem disso no Brasil...”

Ao ser questionado sobre a aposentadoria de Ronaldo, aos 34 anos, Roberto elogiou o ex-colega de Corinthians e seleção. “Entendo a decisão do Ronaldo, ele fez muito pelo futebol. É como um irmão para mim.”

 

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