Presidente palmeirense se encontra com Geraldo Alckmin. Governo quer alternativas ao estádio corintiano

A indefinição quanto ao início das obras para o novo estádio do Corinthians coloca a Arena do Palmeiras como a favorita para ser a sede de São Paulo na Copa das Confederações de 2013. Esse foi o principal assunto da reunião realizada nesta quarta-feira entre o presidente do clube do Palestra Itália, Arnaldo Tirone, e o governador do Estado, Geraldo Alckimin.

Com medo de não ter nenhum estádio pronto em São Paulo até 2013, o governo se mobiliza para dar garantias à Fifa de que a capital terá capacidade para receber a competição que antecede a Copa do Mundo e serve como principal teste para o Mundial.

No plano inicial do governo, a nova casa corintiana serviria tanto para a Copa das Confederações quanto para a abertura da Copa. O problema é que as obras do estádio corintiano ainda estão em processo de definição.

Ao mesmo tempo, o Palmeiras tenta conseguir algum tipo de benefício financeiro do governo. A reunião também serviu para Tirone mostrar a Alckimin que tanto Corinthians quanto o São Paulo recebem incentivos estaduais para reformarem seus estádios.

Um monotrilho e um estacionamento serão construídos ao lado do Morumbi sem nenhum investimento por parte do clube de Juvenal Juvêncio. Já o time de Parque São Jorge terá R$ 200 milhões em incentivos fiscais.

Enquanto isso, internamente, Arnaldo Tirone enfrenta cobranças do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) sobre os contratos que documentam a relação entre WTorre, construtora que está construindo a Arena, e clube. Ele tem até o próximo dia 28 para apresentar tudo regularizado.

Caso os documentos não sejam apresentados, o COF dará a sugestão de que as obras sejam paralisadas. Caberá a Tirone aceitar ou não a sugestão dada pelo órgão, criado para auxiliar e fiscalizar  o presidente do clube.

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