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Retorno de Loco ao Bota muda esquema e volta de faixa de capitão

Técnico Caio Júnior resolveu deixar o 4-2-3-1 para apostar na reedição da dupla de atacantes estrangeiros

Renan Rodrigues, iG Rio de Janeiro |

No começo do Campeonato Brasileiro, o esquema adotado pelo técnico Caio Júnior no Botafogo , ainda sem poder contar com Loco Abreu , foi o 4-2-3-1. Com três meias de velocidade municiando o argentino Herrera , o time alcançou resultados positivos. Com a volta do uruguaio ao ataque, o treinador resolveu mudar o esquema para reeditar a dupla ‘gringa’.

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Mais do que uma alteração no posicionamento da equipe, para o goleiro Jefferson, Loco Abreu faz a diferença como figura fora do campo. “O Loco é fundamental em diversos aspectos, não só em campo como fora também, pela figura, pela grande pessoa que é. Hoje, aqui, ele é um ídolo de todos, faz a diferença, todos respeitam”, disse Jefferson.

Volta da faixa de capitão
Escolhido por alguns jogadores na chegada de Caio Júnior ao Botafogo para ficar com a faixa de capitão, Loco Abreu recebeu o posto das mãos do zagueiro Antônio Carlos no vestiário da partida contra o Cruzeiro. A atitude foi elogiada pelo comandante, que viu o gesto espontâneo como sinal de união da equipe.

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“Ele (Antônio Carlos) estava sendo capitão do time durante esse período que o Loco estava na Copa América. Eu teria que tomar uma decisão sobre isso, mas por iniciativa do próprio Antônio, antes do jogo ele passou a faixa para o Loco. Foi uma atitude grandiosa, de hombridade, mostrando que não importa a vaidade”, declarou o treinador.

No retorno, poucos cruzamentos
Jogada característica do Botafogo no início de 2010, no Campeonato Carioca, a bola aérea deixou de ser um ‘vício’ do time com Loco Abreu em campo. Os números da partida contra o Cruzeiro mostram que o Botafogo cruzou 19 vezes, contra 21,3 da média nos outros jogos. Dos 19, apenas dois foram corretamente na direção do Abreu.

Em contrapartida, as finalizações corretas, que poderiam ter aumentado com a volta do atacante uruguaio, ainda foram tímidas. Contra o Cruzeiro foram apenas dois chutes no alvo, contra sete finalizações erradas. A média do time no campeonato é de 4,54 finalizações certas.

Para a partida contra o Figueirense, nesta quarta-feira, às 19h30, no estádio Orlando Scarpelli, o técnico Caio Júnior poderá repetir a formação que considera ideal. Apenas o meia Everton, o zagueiro Fábio Ferreira e o volante Lucas Zen seguem de fora por lesão. Para o goleiro Jefferson, a manutenção do time ajuda o conjunto.

“Sem dúvida essa formação com todos os jogadores titulares na última partida e o restante à disposição, fortalece mais o grupo para ele escalar um time ideal, ser forte no Campeonato Brasileiro. É bom para ter elenco e ganhar confiança nos jogos”, disse Jefferson.

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