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Renato, do Flamengo, passará por cirurgia no coração neste sábado

Cardiologista explica procedimento da ablação, que será feito na manhã deste sábado, para que o camisa 11 possa voltar a jogar

Vicente Seda, iG Rio de Janeiro |

O cardiologista do Flamengo, Serafim Borges, anunciou nesta sexta-feira que Renato Abreu poderá continuar normalmente com sua carreira no futebol. Porém, terá antes de passar por uma cirurgia para corrigir a causa da arritmia detectada em teste de rotina realizado na última segunda-feira. A intervenção será feita na manhã desta sábado, na Clínica São Vicente, na Gávea. Nesta sexta, o jogador teve outra boa notícia, o nascimento de sua terceira filha, em São Paulo.

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De acordo com Borges, a "ablação", nome do procedimento que será realizado, não afetará artérias o que fará com que entre sete e 10 dias o jogador, após fazer novo teste de esforço e monitoramento da frequência cardíaca por 24h, possa voltar a treinar. A cirurgia é feita com a introdução de um catéter pela virilha. Com auxílio de um estudo eletro-fisiológico feito por computador, o instrumento cauterizará o foco da arritmia. Não há necessidade de anestesia geral, apenas sedação. Borges informou que já realizou este procedimento duas vezes em sua vida.

"Ele continua a jogar com certeza. Foi avaliado, a gente faz isso periodicamente, estava na época dele renovar sua carteira de saúde e apresentou uma arritmia. Fizemos outros exames, temos necessidade de fazer uma intervenção, e logo ele estará de volta. Em um passado não muito distante, essa arritmia afastava os atletas. Hoje, com a evolução da medicina, temos recursos para fazer uma intervenção, interromper essa arritmia e fazer com que o atleta volte", explicou Borges.

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Segundo o médico, a "alteração elétrica" do coração tem de ser corrigida de imediato mas, como o problema está do lado direito do órgão, não será necessário introduzir o catéter por artérias e, por veias, o tempo de recuperação é menor.

"Entre sete a 10 dias a gente vai colocá-lo em um teste de força, fazer mais um monitoramento de 24h, e aí sim liberar com segurança. Esse catéter tem um trajeto a percorrer e através de computação você consegue mapear de onde vem a arritmia. Você cauteriza com ondas magnéticas. O catéter entra pela virilha", eclareceu.

Apesar da tranquilidade em relação à cirurgia, Borges não deixou de admitir que o procedimento é invasivo e há risco. "Todo procedimento tem risco. É um procedimento invasivo. Mas estamos tranquilos. Será uma cirurgia percutânea, sem necessidade de abrir o peito".

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